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Marcelo. “Quanto mais rápido se souber da auditoria (ao Novo Banco) melhor”

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Fotografia: António Pedro Santos/Lusa
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Fotografia: António Pedro Santos/Lusa

Marcelo Rebelo de Sousa lamenta que a auditoria independente ao Novo Banco não tenha sido entregue até ao final de julho como previsto.

“Quanto mais rápido se souber da auditoria (ao Novo Banco) melhor” já que “ninguém está muito interessado em que haja especulação sem conhecimento dos factos”, considerou Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República, sobre a não entrega, tal como previsto, até final de julho da auditoria final do banco. Até ser conhecida a auditoria o Governo considera que não devem ser feitas outras vendas de carteiras de ativos por parte da instituição.

“Não posso dizer mais do que o Governo também já disse”, começou por dizer Marcelo Rebelo de Sousa, aos jornalistas.

“Qualquer que seja o conteúdo da auditoria, mais positivo, menos positivo, muito positivo ou positivo apenas, lamento que não tenha sido possível depois do adiamento tê-la pronta a título final durante o mês de julho. Era melhor para todos, ninguém está muito interessado em que haja especulação sem conhecimento dos factos”, afirmou.

“Quanto mais rapidamente for comunicado aos portugueses melhor. Espero que, no mais curto lapso de tempo possível, chegue a auditoria e o que possa recolher de dados úteis para que os portugueses possam estar informados”, disse ainda.

Marcelo Rebelo de Sousa não quis comentar a decisão do Governo de que, até ser conhecida o documento, o Novo Banco não faça mais operações de venda de ativos.

“O importante é saber o que se passou e enquanto não se sabe olhar com atenção aquilo que se passa, sobretudo, porque se trata de uma instituição em que está envolvido a garantia do Estado e o Estado são os portugueses. Cada um de nós está a garantir determinado tipo de fundos para uma instituição, que queremos que, como todas as instituições bancárias não conheça problemas”, disse o Presidente da República.

“A última coisas que queremos é regressar a crises bancarias como aquelas que ocorreram no passado por isso quanto mais rápido se souber da auditoria melhor.”

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