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Montepio. Banco de Portugal prevê aumento de capital daqui a três anos

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O modelo de negócio e os riscos assumidos no passado justificam aumento de capital daqui a três anos.

O Banco de Portugal prevê que a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) tenha de reforçar os seus capitais daqui a três anos junto dos seus acionistas. A informação consta de um estudo elaborado pelo supervisor bancário à instituição financeira do Montepio.

O modelo de negócio e os riscos assumidos no passado, como a venda de produtos mutualistas na rede de balcões da Caixa Económica, são os fatores que justificam esta necessidade de reforço de capital, adianta esta quarta-feira o jornal Público.

A Santa Casa de Lisboa (SCML) poderá ter de participar neste aumento de capital se se confirmar a entrada da instituição solidária no capital do Montepio. O dossier está a ser avaliado e poderá implicar um investimento entre 140 e 160 milhões de euros para 6% do capital, adiantou no sábado o semanário Expresso.

O Banco de Portugal, entretanto, está na fase final de avaliação da idoneidade dos gestores propostos para gerir a CEMG no próximo mandato. A Associação Mutualista propôs o nome de Nuno Mota Pinto (quadro do Banco Mundial) para substituir José Félix Morgado.

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