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Mutualista confirma Nuno Mota Pinto para CEO do Montepio

Fotografia: Sarah Costa/Global Imagens
Fotografia: Sarah Costa/Global Imagens

Nuno Mota Pinto é o escolhido pela Associação Mutualista para suceder a José Félix Morgado.

Nuno Mota Pinto foi o escolhido pela Associação Mutualista para CEO da Caixa Económica Montepio Geral, substituindo José Félix Morgado, confirmou a entidade liderada por Tomás Correia e que detém o banco.

Em comunicado, a Associação Mutualista explicou que “Nuno Mota Pinto foi convidado e já aceitou presidir à Comissão Executiva da Caixa Económica Montepio Geral (CEMG). Iniciará as suas funções logo que, nas próximas semanas sejam cumpridos os tramites estatutários, legais e regulamentares”. O comunicado surge depois do Jornal Económico e da TVI terem noticiado essa alteração na liderança do banco.

Nuno Mota Pinto era até agora diretor executivo e membro da administração do Banco Mundial. “Trabalhou na última década nas áreas de financiamento para o desenvolvimento, globalização, redução da pobreza, estratégias nacionais e desafios globais e abordagens às crises económicas e financeiras, especialmente no Banco Mundial e no Fundo Monetário Internacional (FMI)”, refere a Mutualista.

Esta entidade detalha que “a escolha reúne o consenso da estrutura acionista e adequa-se ao perfil requerido para a execução da estratégia definida no sentido de dar cumprimento aos objetivos de transformação da CEMG na Instituição Financeira Portuguesa de referência para a economia social”.

A entrada da Santa Casa no banco previa alterações na administração do banco, que terá causado divergências entre a Associação Mutualista e o atual presidente da CEMG. O memorando prevê a entrada de dois novos administradores no banco irá acontecer na sequência do investimento de 200 milhões de euros da Santa Casa da Misericórdia na compra de 10% do capital do banco.

A alteração de CEO é explicada pela Associação Mutualista com o “plano da parceria de desenvolvimento da instituição financeira da economia social, que decorre do Memorandum de entendimento assinado com a SCML em Junho de 2017”. A entidade defende que se torna “indispensável a criação de condições para a sua operacionalização. Nesse sentido, os parceiros envolvidos têm vindo a dar passos importantes na concretização da estratégia anunciada”.

Notícia atualizada às 19:24 com confirmação da Associação Mutualista

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