CGD

Paulo Macedo: “Não é um capricho querer salvaguardar sigilo bancário”

Fotografia: Global Imagens
Fotografia: Global Imagens

O presidente do banco público considera que a divulgação de informação sobre devedores tira capacidade para recuperar valores em incumprimento.

Paulo Macedo considera que não foi “um capricho ter querido salvaguardar o sigilo bancário”. O presidente da Caixa Geral de Depósitos considerou, numa audição parlamentar esta quinta-feira, que a informação constante no documento tira capacidade negocial ao banco para negociar com os grandes devedores em incumprimento.

“Um dos danos é o de revelar elementos é revelar o valor da imparidade”, disse o líder do banco público. Paulo Macedo argumenta que isso dá incentivo aos devedores a dizer que vamos negociar a partir do nível da imparidade registada pelo banco público. Outra informação que o presidente da CGD não queria que fosse pública era a dos detalhes dos custos do crédito.”A CGD não deveria ser discriminada negativamente”, considera.

Ainda assim, Paulo Macedo garante que “a Caixa está bastante determinada a não desistir de recuperar o dinheiro. Mesmo em situações muito difíceis e em que tenha já reconhecido algumas imparidades”.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
O presidente executivo da TAP, Antonoaldo Neves. (ANTÓNIO COTRIM/LUSA)

TAP compromete-se a “adicionar e ajustar planos de rota”

O primeiro-ministro, António Costa. JOÃO RELVAS/POOL/LUSA

Costa. Lay-off deve deixar de ser fator de perda de rendimento

covid 19 portugal casos coronavirus DGS

1356 mortos e 31292 casos confirmados de covid-19 em Portugal

Paulo Macedo: “Não é um capricho querer salvaguardar sigilo bancário”