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Prémios na CGD tiveram autorização do governo e de Bruxelas

O presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo Fotografia: ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
O presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo Fotografia: ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

A administração do banco público decidiu distribuir prémios. Governo e Comissão Europeia autorizaram, segundo o Público.

A decisão da Caixa Geral de Depósitos em distribuir prémios pelos trabalhadores numa altura em que denunciou o Acordo de Empresa teve a autorização do governo e da Comissão Europeia, segundo o Público. O argumento para a validação dos bónus foi de que o banco público deve atuar sob os princípios de gestão privada e em concorrência com outras entidades financeiras.

A administração liderada por Paulo Macedo decidiu dar um prémio aos trabalhadores devido aos resultados positivos do banco. Depois de cinco anos seguidos de prejuízos a Caixa Geral de Depósitos lucrou 51,9 milhões em 2017. Na primeira metade deste ano teve um resultado positivo de 194 milhões.

Com o argumento de “partilha” de lucros a administração da CGD decidiu distribuir bónus de entre 500 e 3000 euros que poderão ser pagos no próximo mês, segundo o Público.

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