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Providência cautelar tenta travar saída de bolsa do BPI

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A providência é apoiada pela ATM-Associação de Investidores e visa travar a compra pelo CaixaBank das restantes ações do BPI.

Uma acionista do Banco BPI interpôs uma providência cautelar para impedir que o espanhol CaixaBank retire o banco de bolsa, numa ação apoiada pela ATM-Associação de Investidores.

O CaixaBank anunciou, no dia 18 de dezembro, a antecipação do calendário para assumir o controlo total do BPI, avançando com a compra das restantes ações do banco por 1,47 euros cada. A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) aprovou, no dia 14 de dezembro, a retirada do banco de bolsa.

Para a ATM, a antecipação de datas por parte do CaixaBank prende-se com uma ação judicial que visa anular as deliberações sociais adotadas em assembleia geral, a 29 de junho de 2019.

“Isto porque o BPI foi notificado, dia 17 de dezembro, das datas de 23 e 24 de Janeiro para audiência de julgamento da supra referida ação”, refere a ATM num comunicado divulgado esta quinta-feira.

Ainda não foi possível obter um comentário do CaixaBank.

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