Money Conference

Siza Vieira: “É importante que supervisores sejam flexíveis”

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O ministro Adjunto e da Economia pede flexibilidade aos reguladores para que se possa inovar na área das fintech.

O ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, defendeu que há respostas que são necessárias dar para fazer face às mudanças que se observam no setor financeiro. Um dos requisitos para tirar partido desse novo contexto é que os supervisores sejam flexíveis.

“Há três tipos de resposta”, disse Siza Vieira na Money Conference, realizada esta quinta-feira. O governante defende que “a mudança é disruptiva. Mas é também uma oportunidade. E do ponto de vista do país é uma grande oportunidade”. Siza Vieira sublinhou que mais do que capital as fintech são movidas “a massa cinzenta e conhecimento”. E sublinhou que Portugal tem pontos fortes no campo das qualificações.

O ministro considera que “a segunda resposta é a flexibilidade”. Sublinhou que a supervisão tem de ser adequada às mudanças que se observam no sector e que “pode dar novas respostas nesta matéria”. Defende que é importante que “os supervisores estejam abertos e flexíveis. Queremos que em Portugal exista um mercado que habilite portugueses e estrangeiros a testar”. E considera que a CMVM está a dar resposta a esse desafio.

A terceira resposta que Pedro Siza Vieira entende ser necessário dar tem a ver com “responsabilidade”, por parte dos operadores públicos. Diz que da parte do governo têm sido tomadas medidas para facilitar acesso a financiamento e de apoio a incubadoras. Mas considera que “os bancos não se podem alhear e têm de encarar esta oportunidade”, Defende que é importante que “bancos possam assumir um papel de investidores nesta área. Recomendou a “investir naqueles que são os disruptores futuros para tentar adquirir conhecimento e tecnologia”.

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