greve

Trabalhadores do SAMS em greve dia 27. Dizem que sindicato é “patrão explorador”

sams

A greve convocada por nove sindicatos - afetos à CGTP, UGT e independentes - poderá ter impacto nos serviços prestados pelo SAMS.

Os trabalhadores do SAMS têm agendada uma paralisação para o dia 27 de novembro e acusam o seu patrão, o Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI), de querer acabar com direitos e com a contratação coletiva.

A greve convocada por nove sindicatos – afetos à CGTP, UGT e independentes – poderá ter impacto nos serviços prestados pelo SAMS (Serviços de Assistência Médico-Social dos bancários) em várias zonas do território continental e nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira. No total, o SAMS tem 1300 trabalhadores com vínculo.

“Vai afetar os serviços do SAMS mas responsabilizamos o SBSI, que não tem respeitado os direitos dos trabalhadores. O SBSI ou é um sindicato ou um patrão explorador”, afirmou Rui Marroni, representante dos sindicatos e da comissão de trabalhadores (CT) do SAMS, ao Dinheiro Vivo.

Os nove sindicatos e a CT pediram para reunir com a inspectora-geral do Trabalho e o ministro do Trabalho “a quem vão expor as irregularidades e incumprimentos dos instrumentos de regulação coletiva de trabalho (IRCT) por parte da direção do SBSI, assim como solicitar as suas intervenções, para repor a legalidade e a manutenção dos IRCT até à finalização dos processos negociais”, refere um comunicado relativo à greve convocada.

“Esta direção sindical presidida pelo Dr. Rui Riso, deputado e membro da Comissão Parlamentar do Trabalho, demonstra desta forma, incoerência e hipocrisia sindical, por não respeitar o direito à negociação e à contratação coletiva que tanto apregoa, por não responder novamente ao pedido de reunião enviado há mais de duas semanas, subscrito por todos os sindicatos e por ter unilateralmente encerrado os processos de conciliação, no Ministério do Trabalho, sem qualquer justificação”, adianta.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
Lisboa-19/12/2019  - Conferencia de Antonio Mexia ,CEO da EDP. 
(PAULO SPRANGER/Global Imagens)

Chinesa CTG vende 1,8% da EDP

A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva (C), acompanhada pelo secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional, Miguel Cabrita(D) e pela secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdadepela (D), Rosa Monteiro, durante a reunião da Comissão Permanente de Concertação Social, em Lisboa, 26 de fevereiro de 2020. ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Governo propõe licença parental paga até um ano no trabalho em part-time

O ministro de Estado e das Finanças, Mário Centeno. JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Novo Banco: Estado como acionista só dilui posição do Fundo de Resolução

Trabalhadores do SAMS em greve dia 27. Dizem que sindicato é “patrão explorador”