Novo Banco

Venda do Novo Banco é “um não-assunto” para o Fundo de Resolução

(Filipe Amorim / Global Imagens)
(Filipe Amorim / Global Imagens)

Mas o presidente do Fundo de Resolução disse que uma injeção única iria melhorar as condições para a venda das participações por parte dos acionistas.

O presidente do Fundo de Resolução, Luís Máximo dos Santos, negou esta quinta-feira que a venda do Novo Banco seja a principal motivação por detrás de uma eventual injeção antecipada de capital no banco, adiantando que a venda do banco é “um não-assunto” para o Fundo de Resolução, neste momento.

Mas reconheceu que a injeção antecipada e o fim do Mecanismo de Capital Contingente iria melhorar as condições para a venda das participações no Novo Banco por parte dos acionistas do banco.

“Naturalmente, a participação do Fundo (no Novo Banco) não é para eternizar. Mas não é essa a motivação que está por detrás (da eventual injeção antecipada)”, afirmou Máximo dos Santos numa audição na Comissão de Orçamento e Finanças, a pedido do Bloco de Esquerda.

O Novo Banco é detido em 75% pela norte-americana Lone Star e em 25% pelo Fundo de Resolução.

Máximo dos Santos anunciou hoje que o Novo Banco vai pedir mais 1.037 milhões de euros relativamente a 2019, para se capitalizar, ao abrigo do acordo de capital contingente firmado com o Estado aquando da venda do banco.

Em atualização

 

 

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