banca

Máximo dos Santos: “Venda do Novo Banco evitou sério prejuízo”

Cerimónia da assinatura da venda do Novo Banco à Lone Star, no Banco de Portugal. Luis Máximo dos Santos, Donald Quintin e Carlos Costa.

( Filipe Amorim / Global Imagens )
Cerimónia da assinatura da venda do Novo Banco à Lone Star, no Banco de Portugal. Luis Máximo dos Santos, Donald Quintin e Carlos Costa. ( Filipe Amorim / Global Imagens )

O vice-governador do Banco de Portugal disse que sem o compromisso de injetar 3,89 mil milhões não haveria venda.

O presidente do Fundo de Resolução defendeu que sem a venda do Novo Banco, teria havido problemas sérios para a economia portuguesa. E realçou que dado o valor dos ativos problemáticos do banco, foi difícil encontrar compradores e que, para isso, se teve de acenar com o mecanismo de capital contingente que prevê injeções de até 3,89 mil milhões de euros no Novo Banco.

“A venda do Novo Banco foi fundamental para que fosse preservada a estabilidade financeira em Portugal, para que fossem protegidas as poupanças confiadas ao Novo Banco e para permitir a continuidade do banco e a sua viabilidade, evitando‐se um sério prejuízo para a economia nacional”, disse o vice-governador do Banco de Portugal, num audição parlamentar esta quarta-feira.

E realçou que “tal resultado só foi possível com a previsão do mecanismo de capitalização contingente”. No ano passado, o Novo Banco pediu 792 milhões de euros ao Fundo de Resolução. Este ano fez uma chamada de capital de quase 1,15 mil milhões de euros.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
EPA/MICHAEL REYNOLDS

Ação climática. Portugal vai ter de gastar mais de um bilião de euros

EPA/MICHAEL REYNOLDS

Ação climática. Portugal vai ter de gastar mais de um bilião de euros

O ministro das Finanças, Mário Centeno. Fotografia: José Sena Goulão/Lusa

Défice de 2018 revisto em baixa uma décima para 0,4% do PIB

Outros conteúdos GMG
Máximo dos Santos: “Venda do Novo Banco evitou sério prejuízo”