Ações da Greenvolt sobem 4,6% para 4,865 euros no 1.º dia de negociação em bolsa

O presidente executivo da Greenvolt, Manso Neto, considerou na quarta-feira que se o preço por ação da empresa tivesse sido fixado em cinco euros, continuaria a ser barato.

As ações da Greenvolt, que começaram esta quinta-feira a ser negociadas na bolsa, estavam a cotar-se a 4,865 euros, mais 4,62% do que na abertura.

Cerca das 9h26, tinham mudado de mãos 399.908 ações da Greenvolt que geraram uma receita de cerca de dois milhões de euros, com o preço a variar entre o mínimo de 4,60 euros e o máximo de 5,30 euros.

Na Oferta Pública Inicial (IPO na sigla em inglês) que lançou junto de investidores institucionais, a Greenvolt definiu um intervalo de preço para venda de ações entre 4,25 e 5,0 euros, tendo fixado o valor no intervalo mais baixo.

Contudo, o presidente executivo da Greenvolt, Manso Neto, considerou na quarta-feira que se o preço por ação da empresa tivesse sido fixado em cinco euros, continuaria a ser barato e que será o mercado a ditar o valor dos títulos.

"A 4,5, 4,25 ou cinco é sempre barato porque a empresa vale mais do que isso", referiu, precisando que quando os acionistas autorizaram a fixação do intervalo de preços não o fizeram por estarem distraídos, mas porque pretenderam apresentar um preço para "que toda a gente ficasse satisfeita".

A Greenvolt gostaria de integrar o PSI20, o principal indíce da bolsa em Lisboa, em setembro, afirmou o presidente da Comissão Executiva (CEO) da empresa, João Manso Neto.

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