Bolsa de Lisboa em alta com Greenvolt e Galp a subirem mais de 2,2%

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta, com as ações da Greenvolt e da Galp Energia a subirem 2,81% para 6,21 euros e 2,25% para 8,64 euros.

Dinheiro Vivo/Lusa
Manso Neto, CEO da Greenvolt. (Paulo Alexandrino/Global Imagens) © Paulo Alexandrino/Global Imagens

Cerca das 09:00 em Lisboa, o principal índice da bolsa, o PSI20, mantinha a tendência da abertura e avançava 0,61% para 5.456,72 pontos, com 15 'papéis' a subirem, três a descerem e um a manter a cotação (Ramada Investimentos, em 6,48 euros).

Os títulos da Altri, Semapa e Pharol também se valorizavam, designadamente 2,05% para 5,23 euros, 1,72% para 11,86 euros e 1,21% para 0,08 euros.

As ações da Novabase, Jerónimo Martins e CTT também subiam, estando a avançar 1,01% para 5 euros, 0,98% para 19,52 euros e 0,73% para 4,16 euros.

Em sentido contrário, as ações da Ibersol e da NOS recuavam 1,85% para 5,30 euros e 0,90% para 3,31 euros.

Na Europa, as principais bolsas negociavam hoje em alta, no final de uma semana muito volátil, devido ao aparecimento da nova variante da covid-19 Ómicron e dos efeitos que esta pode ter na recuperação económica.

Desde 26 de novembro, quando foi identificada a variante da covid-19 Ómicron, os mercados têm estado muito voláteis.

A descoberta desta nova variante surge num momento em que os contágios com o novo coronavírus estão a aumentar significativamente em todo o mundo.

A bolsa de Nova Iorque terminou em alta na quinta-feira, com o Dow Jones a subir 1,82% para 34.639,79 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.432,22 pontos, registado em 08 de novembro.

O Nasdaq fechou a valorizar-se 0,83% para 15.381,32 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos em 19 de novembro.

A nível cambial, o euro abriu em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1296 dólares, contra 1,1303 dólares na quinta-feira e 1,1196 dólares em 24 de novembro, um mínimo desde julho de 2020.

O barril de petróleo Brent para entrega em fevereiro abriu em alta no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, mas a cotar-se a 71,19 dólares, contra 69,67 dólares na quinta-feira e 85,65 dólares em 26 de outubro, um máximo desde outubro de 2018 (quando subiu até 86,43 dólares).

Antes do aparecimento da nova variante da covid-19 - Ómicron - os especialistas não excluíam que o Brent pudesse atingir 90 dólares por barril antes do final do ano.

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