Bolsa de Lisboa em alta com CTT a liderar ganhos a subir quase 2%

Na Europa, as principais bolsas negociavam em alta, numa sessão sem referências macroeconómicas.

A bolsa de Lisboa estava esta terça-feira a negociar em alta, com as ações dos CTT a liderarem os ganhos, a subiram 1,82% para 3,574 euros.

Cerca das 08:40 em Lisboa, o principal índice, o PSI20, com 18 títulos, estava a subir 0,32% para 5.638.80 pontos, com 13 'papéis' a valorizarem-se, um a recuar e quatro inalterados.

Além das ações dos CTT, as da Mota-Engil e Galp Energia eram outras das que mais subiam, estando a valorizarem-se 1% para 4,025 euros e 0,89% para 16,35 euros, respetivamente.

Em sentido contrário, as ações da Corticeira Amorim eram as únicas que desciam, designadamente 0,58% para 10,36 euros.

Na Europa, as principais bolsas negociavam em alta, numa sessão sem referências macroeconómicas.

A bolsa nova-iorquina esteve fechada na segunda-feira devido ao feriado de Martin Luther King que se comemora na terceira segunda-feira de janeiro, depois de ter terminado na sexta-feira com o Dow Jones a subir 0,89% para 25.803,19 pontos, um novo máximo desde que foi criado em 1896, e o Nasdaq a avançar 0,68% para 7.261,06 pontos, um novo máximo de sempre.

A nível cambial, o euro abriu em estável no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,2267 dólares, um máximo desde dezembro de 2014 e o mesmo valor do encerramento de segunda-feira.

O barril de petróleo Brent, para entrega em março, abriu hoje em baixa, a cotar-se a 69,95 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, menos 0,44% do que no encerramento da sessão anterior.

O preço do Brent manteve a tendência de alta dos últimos dias e em níveis máximos desde o final de dezembro de 2014, sustentado pela queda das reservas nos Estados Unidos e a forte procura global durante os meses de inverno.

Depois de na quinta-feira se ter cotado acima da barreira dos 70 dólares pela primeira vez desde 04 de dezembro de 2014, o barril de petróleo terminou a semana passada com uma valorização de 3,16% face ao início da mesma (67,71 dólares por barril em 8 de janeiro).

A instabilidade política no Irão e as reformas na Arábia Saudita impulsionaram nas últimas semanas os preços, apesar do medo do mercado de um aumento da produção nos Estados Unidos.

Recomendadas

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de