Bolsa de Lisboa em alta com Sonae a liderar ganhos ao subir mais 1,5%

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta, a manter a tendência da abertura, com as ações da Sonae a liderarem os ganhos, a subirem 1,55% para 1,05 euros.

Cerca das 09:25 em Lisboa, o principal índice da bolsa, o PSI20, avançava 0,98% para 5.621,90 pontos, com 16 'papéis' a subirem e três a manterem a cotação (Ibersol em 5,18 euros, Ramada Investimentos em 7,24 euros e Semapa em 11,70 euros).

Aos títulos da Sonae seguiam-se os da Pharol e dos CTT, que estavam a valorizar-se 1,53% para 0,08 euros e 1,49% para 4,43 euros.

As ações da Jerónimo Martins, Altri e Navigator eram outras das que mais subiam, designadamente 1,37% para 20,68 euros, 0,98% para 5,65 euros e 0,96% para 3,38 euros.

No mesmo sentido, as ações da EDP Renováveis, BCP e Novabase subiam 0,88% para 19,52 euros, 0,80% para 0,16 euros e 0,73% para 5,50 euros.

Na Europa, as principais bolsas negociavam hoje em alta, pendentes da comparência do presidente da Reserva Federal dos EUA (Fed), Jerome Powell, no Senado.

A comparência de Jerome Powell no Senado dos EUA surge depois do presidente norte-americano, Joe Biden, o ter proposto para um segundo mandato à frente do banco central e de na semana passada as atas da última reunião da Fed informarem que a entidade poderia subir até quatro vezes as taxas de juro este ano (contra as três previstas).

A preocupação com a política monetária nos EUA já provocou uma subida generalizada dos juros das dívidas soberanas.

Além do possível endurecimento da política monetária nos EUA, os investidores estão pendentes da publicação, na quarta-feira, da taxa de inflação dos EUA em dezembro.

A Bolsa de Nova Iorque terminou mista na segunda-feira, com o Dow Jones a descer 0,45% para 36.068,87 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro.

O Nasdaq fechou a valorizar-se 0,05% para 14.942,83 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro.

A nível cambial, o euro abriu em alta no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1346 dólares, contra 1,1329 dólares na segunda-feira e 1,1196 dólares em 24 de novembro, um mínimo desde julho de 2020, e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro de 2021.

O barril de petróleo Brent para entrega em março abriu em alta no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 81,63 dólares, contra 80,67 dólares na segunda-feira e 85,46 dólares em 26 de novembro, um máximo desde outubro de 2018.

Antes do aparecimento da variante Ómicron da covid-19, os especialistas não excluíam que o Brent pudesse atingir 90 dólares por barril antes do final de 2021.

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