Bolsa de Lisboa em baixa com ações da Greenvolt a caírem 1,25%

O principal índice da bolsa, o PSI20, recuava 0,26%, com sete títulos a subirem e 12 a descerem.

A bolsa de Lisboa estava esta sexta-feira em baixa, a manter a tendência da abertura, com as ações da Greenvolt a caírem 1,25% para 6,30 euros.

Cerca das 9:00 em Lisboa, o principal índice da bolsa, o PSI20, recuava 0,26% para 5.507,45 pontos, com sete 'papéis' a subirem e 12 a descerem.

Os títulos da Galp e dos CTT eram outros dos que mais baixavam, estando a cair 1,05% para 8,31 euros e 0,93% para 4,27 euros.

As ações do EDP, Ibersol e REN também eram outras das que mais desciam, estando a recuar 0,77% para 4,79 euros, 0,74% para 5,36 euros e 0,60% para 2,49 euros.

Em sentido contrário, as ações da Novabase, Pharol e Ramada Investimentos eram os que mais subiam, estando a valorizarem-se 2,79% para 5,16 euros, 0,84% para 0,08 euros e 0,83% para 7,26 euros.

Na Europa, as principais bolsas negociavam hoje em baixa, pendentes da inflação dos Estados Unidos em novembro, que pode pressionar a Reserva Federal dos EUA (Fed) a restringir política monetária jé em dezembro.

Além da inflação dos EUA em novembro, os investidores aguardam hoje os dados finais também da inflação na Alemanha e a produção industrial no Reino Unido.

Operadores dos mercados citados pela Efe referem que a inflação nos Estados Unidos pode ter subido para 6,8% em novembro e, assim sendo, pressionar a Reserva Federal dos EUA (Fed) a acelerar a retirada do programa de compra de dívida na próxima reunião de 15 de dezembro.

Apesar de persistirem as dúvidas em relação à proteção das vacinas face à nova variante Ómicron, os investidores estão confiantes de que é mais transmissível, mas mais leve.

Desde 26 de novembro, quando foi identificada a variante Ómicron, os mercados têm estado muito voláteis.

A descoberta desta nova variante surge num momento em que os contágios com o novo coronavírus estão a aumentar significativamente em todo o mundo.

A bolsa de Nova Iorque terminou em baixa na quinta-feira, com o Dow Jones a manter-se em 35.754,69 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.432,22 pontos, registado em 08 de novembro.

O Nasdaq fechou a desvalorizar-se 1,71% para 15.517,37 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos verificado em 19 de novembro.

A nível cambial, o euro abriu em alta no mercado de câmbios de Frankfurt, mas a cotar-se a 1,1293 dólares, contra 1,1290 dólares na quinta-feira e 1,1196 dólares em 24 de novembro, um mínimo desde julho de 2020, e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em fevereiro abriu em baixa no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 74,29 dólares, contra 74,42 dólares na quinta-feira e 85,65 dólares em 26 de outubro, um máximo desde outubro de 2018 (quando subiu até 86,43 dólares).

Antes do aparecimento da nova variante da covid-19, os especialistas não excluíam que o Brent pudesse atingir 90 dólares por barril antes do final do ano.

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