Bolsas europeias em alta, animadas com aumento de estímulos nos EUA

As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, animadas com a pretensão da administração norte-americana de gastar seis biliões de dólares no próximo ano fiscal.

Cerca das 08:50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 avançava 0,28% para 447,70 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt subiam 0,30%, 0,35% e 0,38%, bem como as de Madrid e Milão, que se valorizavam 0,36% e 0,11%, respetivamente.

Depois de abrir em alta, a bolsa em Lisboa mantinha a tendência e, cerca das 08:50, o principal índice, o PSI20, avançava 0,43% para 5.271,68 pontos.

Além do Presidente norte-americano, Joe Biden, ter anunciado que pretende gastar seis biliões de dólares no próximo ano fiscal, que caso se concretize levará a dívida pública norte-americana para máximos de sempre, na quinta-feira foram conhecidos indicadores positivos do emprego nos EUA.

Neste contexto, os investidores vão estar hoje pendentes da publicação dos dados dos rendimentos e gastos dos consumidores, que incluem a taxa de inflação.

À espera destes indicadores, os juros das dívidas soberanas subiram ligeiramente, designadamente os dos EUA a 10 anos, que mais preocupam os investidores, subido para cerca de 1,622%.

Na Europa, onde todos os países da União Europeia (UE) aprovaram a denominada decisão de recursos próprios para o orçamento da UE, está aberto o caminho para a aplicação do Fundo de Recuperação de 750.000 milhões de euros.

A bolsa de Nova Iorque terminou mista na quinta-feira, com o Dow Jones a subir 0,41% para 34.464,64 pontos, contra o atual máximo de sempre desde que foi criado em 1896, de 34.777,76 pontos, registado em 07 de maio.

Em sentido contrário, o Nasdaq fechou a desvalorizar-se 0,01% para 13.736,28 pontos, contra o máximo de 14.138,78 pontos, registado em 26 de abril.

A nível cambial, o euro abriu em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,2183 dólares, contra 1,2188 dólares na quinta-feira e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em julho abriu em baixa no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 69,36 dólares, contra 69,46 dólares na quinta-feira e o máximo dos últimos seis meses, de 69,46 dólares em 17 de maio.

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