Bolsas europeias em baixa à espera do desemprego na zona euro

As principais bolsas europeias negociavam hoje em baixa, a seguir a tendência de Wall Street na sexta-feira e à espera da taxa de desemprego da zona euro em novembro.

Cerca das 09:00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 recuava 0,53%, para 483,67 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt caíam 0,50%, 0,41% e 0,59%, bem como as de Madrid e Milão, que se desvalorizavam 0,32% e 0,07%, respetivamente.

Depois de abrir em alta, a Bolsa de Lisboa mantinha a tendência, estando cerca das 09:00 o principal índice, o PSI20, a subir 0,15%, para 5.608,30 pontos.

Na sexta-feira, a bolsa de Nova Iorque terminou em baixa numa sessão marcada pelo relatório do emprego de dezembro, mês em que foram criados menos empregos que o previsto pelos analistas.

Assim, Wall Street terminou em terreno negativo na primeira semana do ano apesar de ter iniciado o ano com um máximo do índice Dow Jones, afetada pela possibilidade de que a Reserva Federal (Fed) suba as taxas de juro mais rapidamente do que o previsto devido à subida sustentada da taxa de inflação.

Afetados pelo possível endurecimento da política monetária, os juros da dívida dos EUA a 10 anos chegou a subir até 1,8%, enquanto os investidores já estão pendentes da publicação, na quarta-feira, da taxa de inflação dos EUA em dezembro.

A Bolsa de Nova Iorque terminou em baixa na sexta-feira, com o Dow Jones a descer 0,01%, para 36.231,66 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro.

O Nasdaq fechou a desvalorizar-se 0,96%, para 14.935,90 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro.

A nível cambial, o euro abriu em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1322 dólares, contra 1,1360 dólares na sexta-feira e 1,1196 dólares em 24 de novembro, um mínimo desde julho de 2020, e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro de 2021.

O barril de petróleo Brent para entrega em março abriu em alta no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 82,16 dólares, contra 81,75 dólares na sexta-feira e 85,46 dólares em 26 de novembro, um máximo desde outubro de 2018.

Antes do aparecimento da variante Ómicron da covid-19, os especialistas não excluíam que o Brent pudesse atingir 90 dólares por barril antes do final de 2021.

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