Bolsas europeias em baixa à espera do índice ZEW

Há receios no mercado de uma desaceleração do crescimento económico. Níveis de inflação altos também preocupam.

As principais bolsas europeias estavam esta terça-feira em baixa, à espera do índice de confiança do investimento na Alemanha ZEW, em outubro, num contexto de receio de uma desaceleração do crescimento económico e com níveis de inflação altos.

Cerca das 9:00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 baixava 0,62% para 454,69 pontos. As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,70%, 0,73% e 0,69%, bem como as de Madrid e Milão, que se desvalorizavam 0,60% e 0,65%, respetivamente.

Depois de abrir em alta, a bolsa de Lisboa mantinha a tendência, estando cerca das 9:00, o principal índice, o PSI20, a avançar 0,22% para 5.549,11 pontos.

O centro de investigação económica europeia alemão (ZEW) divulga hoje o seu índice de confiança no investimento na Alemanha, num dia marcado pela subida do preço do petróleo e pela preocupação dos investidores com as previsões económicas e com a próxima ronda de resultados empresariais trimestrais.

Esta semana, os mercados também estão pendentes da publicação da taxa de inflação nos EUA em setembro e das atas da última reunião de política monetária da Reserva Federal dos EUA (Fed).

A bolsa de Nova Iorque terminou em baixa na segunda-feira, com o Dow Jones a descer 0,72% para 34.496,06 pontos, contra o atual máximo desde que foi criado em 1896, de 35.625,40 pontos, verificado em 16 de agosto.

No mesmo sentido, o Nasdaq fechou a desvalorizar-se 0,64% para 14.486,20 pontos, contra o atual máximo de 15.374,33 pontos registado em 07 de setembro.

A nível cambial, o euro abriu em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1561 dólares, contra 1,1563 dólares na segunda-feira e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

Em 06 de outubro, o euro desceu para o mínimo de 1,1543 euros.

O barril de petróleo Brent para entrega em dezembro abriu em baixa no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 83,38 dólares, contra 83,65 dólares na segunda-feira, um máximo desde outubro de 2018.

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