Bolsas europeias em baixa aguardam indicadores da Alemanha

Os investidores estão pendentes da publicação do boletim mensal de fevereiro do Bundesbank e do indicador de confiança empresarial.

As principais bolsas europeias abriram esta segunda-feira em baixa, pendentes de indicadores da Alemanha, enquanto sobem os receios face a um aumento da inflação.

Cerca das 8:50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 descia 1,24% para 409,67 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 1,09%, 1,13% e 1,30%, bem como a de Milão que se desvalorizavam 1,21% e 1,24%.

Depois de ter aberto em baixa, a bolsa de Lisboa mantinha a tendência e, cerca das 8:50, o principal índice, o PSI20, caia 1,09% para 4.765,45 pontos.

Os mercados abriram cautelosos na Europa, depois de terem aumentado os receios com um aumento da inflação, resultante das palavras da secretária de Estado do Tesouro, Janet Yellen, que reiterou que o Governo dos Estados Unidos considera que a economia do país precisa de medidas de estímulo sustentadas.

Hoje, os investidores vão estar pendentes da publicação do boletim mensal de fevereiro do Bundesbank e do indicador de confiança empresarial na Alemanha do Instituto de Investigação Económica alemão (Ifo).

Entretanto, a libra esterlina, que na sexta-feira tocou o nível mais alto em três anos, estava hoje a cotar-se a 1,39 dólares.

A bolsa de Nova Iorque terminou quase inalterada na sexta-feira, com o Dow Jones inalterado em 31.494,32 pontos, contra 31.613,02 pontos em 17 de fevereiro, atual máximo desde que foi criado em 1896.

No mesmo sentido, o Nasdaq fechou em alta na sexta-feira, mas a subir apenas 0,07% para 13.874,46 pontos, contra o atual máximo de 14.095,47 pontos em 12 de fevereiro.

A nível cambial, o euro abriu hoje em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,2109 dólares, contra 1,2119 dólares na sexta-feira e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em abril abriu em alta no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 63,46 dólares, contra 62,91 dólares na quinta-feira e o atual máximo desde maio de 2019, de 64,34 dólares, em 17 de fevereiro.

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