Bolsa

Bolsas europeias em baixa, pendentes do Covid-19 e de indicadores macro

Foto: EPA/ROMAN PILIPEY
Foto: EPA/ROMAN PILIPEY

As principais bolsas europeias estavam hoje em baixa, pendentes da propagação do coronavírus e da divulgação de indicadores macroeconómicos.

Cerca das 08:55 em Lisboa, o EuroStoxx 600 descia 0,54% para 429,66 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,55%, 0,56% e 0,65%, bem como a de Madrid, que caia 0,10%. Milão era a exceção, já que subia 0,19%.

Depois de ter aberto em baixa, a bolsa de Lisboa mantinha a tendência e, cerca das 08:55, o principal índice, o PSI20, recuava 0,26% para 5.383,63 pontos.

Os investidores animaram-se depois de o Banco Central da China ter anunciado medidas de estímulo para compensar os efeitos do surto do novo coronavírus na economia.

Concretamente, o Banco Central da China anunciou uma descida da taxa de juro de médio prazo para 3,15%, que pode abrir uma porta para uma queda da taxa de juro básica, atualmente em 4,15%.

Com estas medidas, os investidores deixaram de lado a preocupação com o Covid-19, que segundo os últimos dados, infetou mais de 72.456 pessoas e provocou 1.868 vítimas mortais.

Wall Street reabre hoje depois de ter estado fechada na segunda-feira, a terceira de fevereiro, devido ao feriado do Dia do Presidente.

Na sexta-feira, a bolsa de Nova Iorque terminou com o Dow Jones a descer 0,09% para 29.398,08 pontos, contra 29.551,42% em 12 de fevereiro, atual máximo desde que foi criado em 1896.

Em sentido contrário, o Nasdaq fechou a subir 0,20% para 9.731,18 pontos, novo máximo de sempre.

A nível cambial, o euro abriu hoje em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,0828 dólares, um mínimo desde o final de abril de 2017, contra 1,0832 na segunda-feira.

O barril de petróleo Brent para entrega em abril de 2020 abriu hoje em baixa, a cotar-se a 56,82 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, contra 57,67 dólares na segunda-feira e o mínimo desde 26 de dezembro de 2018, de 53,27 dólares, em 10 de fevereiro.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

1400 empresas já pediram para aderir ao novo lay-off, apoios só a 28 de abril

Antonoaldo Neves, presidente executivo da TAP. Fotografia: Adelino Meireles/Global Imagens

TAP também vai avançar com pedido de layoff

Veículos da GNR durante uma operação stop de sensibilização para o cumprimento do dever geral de isolamento, na Autoestrada A1 nas portagens dos Carvalhos/Grijó no sentido Sul/Norte, Vila Nova de Gaia, 29 de março de 2020. MANUEL FERNANDO ARAÚJO/LUSA

Mais de 80 detidos e 1565 estabelecimentos fechados

Bolsas europeias em baixa, pendentes do Covid-19 e de indicadores macro