Bolsas europeias mistas, com receios com subida de contágios na Europa a dispararem

As principais bolsas europeias negociavam hoje mistas, com os receios dos investidores com o aumento dos contágios de covid-19 a dispararem de novo na Europa, onde alguns países já voltaram a impor restrições.

Cerca das 08:45 em Lisboa, o EuroStoxx 600 subia 0,13% para 489,90 pontos.

As bolsas de Paris, Frankfurt e Milão avançavam 0,13%, 0,14% e 0,25%, enquanto, em sentido contrário, Londres e Madrid se desvalorizavam ambas 0,22%.

Depois de abrir em alta, a bolsa de Lisboa mantinha a tendência, estando cerca das 08:45, o principal índice, o PSI20, a avançar 0,26% para 5.670,60 pontos.

Antes do início da sessão na Europa soube-se que a inflação homóloga no Reino Unido subiu para 4,2% em outubro, contra 3,1% em setembro, que traduz o maior aumento desde novembro de 2011.

Hoje também será divulgada a taxa de inflação da zona euro e da União Europeia (UE) referente a outubro.

Os mercados também continuam cautelosos devido ao recrudescimento de contágios com covid-19 na Europa, onde em alguns países já foram adotadas de novo restrições.

A bolsa de Nova Iorque terminou em alta na terça-feira, com o Dow Jones a subir 0,15% para 36.142,22 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.432,22 pontos, registado em 08 de novembro.

O Nasdaq fechou a valorizar-se 0,76% para 15.973,86 pontos, contra o atual máximo, de 15.982,36 pontos em 08 de novembro.

A nível cambial, o euro abriu em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1309 dólares, um mínimo desde 13 de julho de 2020, contra 1,1328 dólares na terça-feira e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em janeiro abriu em baixa no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 82,06 dólares, contra 82,43 dólares na terça-feira e 85,65 dólares em 26 de outubro, um máximo desde outubro de 2018 (quando subiu até 86,43 dólares), mas os especialistas não excluem que possa atingir 90 dólares por barril antes do final do ano.

O 'ouro negro' tem vindo a subir recentemente devido à possibilidade de a procura aumentar a um ritmo mais rápido do que o nível da oferta nos próximos meses.

As economias em todo o mundo estão a aumentar o consumo de energia na sequência da queda da procura devido à pandemia.

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