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Bolsas europeias no vermelho à exceção de Lisboa

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Na quinta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) ter decidido deixar as suas taxas de juro inalteradas, em mínimos que se mantêm desde março de 2016.

As bolsas europeias estão esta sexta-feira a negociar no vermelho, à exceção de Lisboa, depois de na quinta-feira o Banco Central Europeu (BCE) ter decidido deixar as suas taxas de juro inalteradas, em mínimos que se mantêm desde março de 2016.

Cerca das 08:14 (hora de Lisboa), as principais praças europeias, excetuando Lisboa, que subia 0,05% para 5.183,23 pontos, recuavam com Londres a perder 0,64%, Paris a cair 0,05%, Frankfurt a descer 1,28%, Madrid a deslizar 0,43% e Milão a recuar 0,8%, respetivamente.

Os investidores estão a reagir, deste modo, à divulgação por parte do BCE que anunciou que espera que as taxas se mantenham nos níveis atuais ou em níveis “mais baixos” durante a primeira metade de 2020 ou enquanto for necessário para assegurar uma convergência da inflação, o que poderia indiciar um futuro corte nas taxas.

Atualmente, a taxa de juro aplicada às principais operações de refinanciamento mantém-se em zero, a taxa de facilidade permanente de cedência de liquidez fica em 0,25% e a taxa de facilidade permanente de depósito continua negativa, em -0,40%.

Os analistas consultados pela agência financeira Bloomberg referiram ainda que os investidores olham já para os últimos resultados das empresas norte-americanas e voltam-se para a decisão na próxima semana da Reserva Federal (Fed) sobre as taxas de juro de referência.

O euro está a depreciar-se 0,1% para 1,1337 dólares, o nível mais baixo em oito semanas, enquanto as ações dos setores dos media e do retalho na Europa estão a ter comportamentos distintos, com o primeiro a subir e o segundo a recuar influenciando os mercados.

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