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CMVM lucra 1,4 milhões de euros em 2017

A presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Gabriela Figueiredo Dias. Fotografia: JOÃO RELVAS/LUSA
A presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Gabriela Figueiredo Dias. Fotografia: JOÃO RELVAS/LUSA

No final do ano, o total dos rendimentos da CMVM provenientes de taxas cifrou-se em 22,7 milhões de euros.

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) terminou o ano de 2017 com um lucro líquido de 1,43 milhões de euros, inferior à média de 1,7 milhões de euros registada entre 2012 e 2016.

“A atividade da CMVM evoluiu para uma situação de equilíbrio financeiro, com despesas de 21,8 milhões de euros, abaixo do orçamentado, e receitas de 23,2 milhões, o que permitiu reforçar as reservas da CMVM para fazer face a necessidades de investimento. Estes resultados resultam em parte de um esforço de contenção de gastos operacionais”, refere o supervisor num comunicado relativo ao seu Relatório de Atividade e Contas de 2017.

No final do ano, o total dos rendimentos provenientes de taxas cifrou-se em 22,7 milhões de euros.

Quanto aos gastos com pessoal, subiram 9,4% em 2017, devido ao aumento do número de colaboradores e o “retorno o à composição e funcionamento regulares do Conselho de Administração, com 5 membros a exercerem funções”.

“Em paralelo, a rubrica de fornecimentos e serviços externos registou também um aumento relacionado com trabalhos especializados de natureza jurídica, económico-financeira e informática. Excluindo estes efeitos, a despesa teve uma redução generalizada na ordem dos 3% face a 2016, confirmando o já mencionado esforço de contenção e racionalização”, frisa.

Em termos patrimoniais, o total do ativo aumentou 3% face a 2016, situando-se em 60,3 milhões de euros. “Esta evolução do ativo incorpora, todavia, um decréscimo no ativo não corrente na ordem de 1% em termos homólogos, o qual decorre sobretudo das amortizações do exercício [1,5 milhões de euros], inferiores às do ano anterior. Salienta-se ainda a manutenção de um passivo de reduzida expressão relativa com um ligeiro aumento face a 2016 de 34 mil euros”, adianta.

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