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Farfetch contratou bancos para entrar em bolsa este ano

José Neves, fundador da Farfetch. Fotografia: Pedro Granadeiro / Global Imagens
José Neves, fundador da Farfetch. Fotografia: Pedro Granadeiro / Global Imagens

A muito aguardada estreia em bolsa da Farfetch estará mais próxima, tendo a empresa contratado o JPMorgan e Goldman Sachs para liderar um IPO.

A muito aguardada estreia em bolsa da Farfetch estará mais próxima, tendo a empresa de venda online de produtos de moda de luxo contratado os bancos JPMorgan e Goldman Sachs para liderar uma oferta pública inicial da empresa este ano, nos Estados Unidos, noticiou o Financial Times.

A start-up criada pelo português José Neves uma das poucas tecnológicas europeias avaliada em mais de mil milhões de dólares (cerca de 810 milhões de euros), escreve a mesma publicação este sábado.

Citando fontes conhecedoras do assunto, o Financial Times adianta que a empresa, com sede em Londres, planeia entrar em bolsa depois de fechar um negócio de distribuição com a Burberry e iniciativas no digital com a casa de moda Chanel.

Há algumas semanas, o grupo suíço de luxo Richemont, dono da Cartier e da Chloé, fez uma oferta para comprar a Yoox Net-a-Porter, o maior retalhista mundial online de artigos de luxo.

A empresa ainda registava prejuízos nas contas publicadas relativas ao exercício de 2016, com resultados antes de impostos negativos em 35,4 milhões de libras (cerca de 39,8 milhões de euros).

Criada há uma década, a Farfetch opera uma plataforma online de venda de artigos de moda de luxo, para 190 países, de marcas como Gucci, Fendi e Valentino. É uma das três principais empresas de comércio eletrónico de luxo do mundo, a par da Yoox Net-a-Porter e da MatchesFashion.

Tanto Farfetch como os dois bancos se escusaram a prestar comentários ao Financial Times.

Ainda não foi possível obter um comentário da Farfetch.

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