Criptomoedas

Os sete alertas dos supervisores sobre as moedas virtuais

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Reguladores avisam que as moedas virtuais “não oferecem qualquer grau de proteção aos consumidores”.

Os supervisores europeus fizeram um novo aviso sobre os riscos das moedas virtuais. A Autoridade Bancária Europeia, a Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados e a Autoridade Europeia dos Seguros e das Pensões Complementares de Reforma justificam o novo alerta com o “contexto de elevada volatilidade dos preços destas moedas”.

As autoridades europeias dizem, segundo comunicados divulgados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal e pela CMVM, que “as moedas virtuais apresentam um elevado risco e não oferecem qualquer grau de proteção aos consumidores”. E explicam os motivos: “não são garantidas por um banco central ou autoridade nacional”, “não são moeda com curso legal”, “não estão cobertas por nenhum ativo tangível” e “não são reguladas a nível europeu”.

Além disso, destacam outros riscos para quem compre moedas virtuais, desde a “volatilidade extrema” e o “risco de bolha”, passando pela “falta de transparência no preço”, a “informação enganosa” e as “interrupções operacionais”.

Para quem, ainda assim, decidir comprar moedas virtuais, os supervisores recomendam que se percebam “as caraterísticas destas moedas e os riscos associados”. E avisam que mesmo que as compras ocorram através de empresas reguladas isso “não mitiga os riscos”. Aconselham ainda o consumidor a “tomar precauções de segurança nos equipamentos através dos quais compra, vende ou troca moedas virtuais.”

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