Lucro da Jerónimo Martins cresce 9% no primeiro semestre

Vendas do Pingo Doce aumentam 2,3%
Vendas do Pingo Doce aumentam 2,3%

O lucro da Jerónimo Martins, dona dos supermercados Pingo Doce, aumentou 9% no primeiro semestre deste ano, atingindo os 165 milhões de euros, graças à solidez dos mercados português e polaco, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado hoje divulgado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o grupo refere que todas as áreas de negócio cresceram e consolidaram “as suas posições de liderança”, mesmo “num ambiente económico desfavorável”.

De acordo com a Jerónimo Martins, as vendas consolidadas do grupo aumentaram 12,6% nos primeiros seis meses deste ano, face ao período homólogo do ano passado, atingindo os 5,6 mil milhões de euros.

“O crescimento de 9% do resultado líquido do grupo, num ambiente macroeconómico desfavorável, reflete a forte execução da nossa estratégia e a força competitiva dos nossos modelos de negócio”, afirmou o presidente executivo da Jerónimo Martins no comunicado.

Segundo Pedro Soares dos Santos, a Biedronka [marca adotada na Polónia] confirmou a força da sua liderança com um desempenho muito positivo no período”, enquanto o Pingo Doce, em Portugal, “levou as vendas no semestre a crescer quatro por cento”.

Garantindo estar confiante na manutenção da liderança na Polónia e na “robusta recuperação” do Pingo Doce, o presidente adianta ter razões “para confirmar as perspetivas positivas no que respeita ao crescimento de vendas e resultados para o grupo em 2013”.

De acordo com o documento, os custos operacionais do primeiro semestre aumentaram 10%, para 857 milhões de euros, tendo o resultado operacional crescido 11,6%, para 228 milhões de euros.

O resultado antes de juros, impostos, amortizações e depreciações (EBITDA) subiu 11,2%, para 350 milhões de euros.

A Jerónimo Martins adianta ainda ter investido 227 milhões de euros, com 78% do total a ser canalizado para a Biedronka e diz que cerca de 5,8 milhões de euros foram canalizados para o apoio às comunidades envolventes das lojas em Portugal e na Polónia.

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