PSI20 inverte tendência e segue em queda com família EDP a pressionar negociações

A praça de Lisboa está em contraciclo com as principais congéneres europeias.

A bolsa de Lisboa segue negativa, invertendo a tendência da abertura, com as ações da família EDP a pressionarem as negociações, em contraciclo com a tendência das principais congéneres europeias.

Na segunda-feira, o índice de referência, o PSI20, recuou 0,91% para 4.774,28 euros, com a EDP Renováveis a liderar as descidas ao perder mais de 3%.

Hoje, pelas 9:00, o PSI20 seguia a recuar 0,75% para 4.738,41 pontos, com nove ações em alta, sete em baixa e duas inalteradas.

A EDP Renováveis e a Pharol eram as ações que mais caíam, com perdas de 2,50% e 1,29% para 18,74 euros e 0,12 euros, respetivamente.

A EDP Renováveis comunicou oficialmente na segunda feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) o abandono da posição de administradores de António Mexia e de João Manso Neto, assim como a ratificação da nomeação por cooptação dos administradores atuais.

A EDP seguia também em queda de 1,21% para 4,64 euros.

As ações do BCP seguiam inalteradas nos 0,12 euros.

Do lado dos ganhos, a Novabase e a Galp estavam em alta de 1,78% e 1,51% para 4 euros e 9,53 euros, respetivamente.

A Jerónimo Martins avançou 0,19% para 12,92 euros.

As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, sustentadas pela melhoria dos indicadores macroeconómicos globais e pendentes da comparência do presidente da Reserva Federal (Fed), Jerome Powell, no Senado dos Estados Unidos.

A nível cambial, o euro abriu hoje sem variações no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,2165 dólares, contra o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em abril abriu em alta no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 66,06 dólares, um máximo desde maio de 2019, contra 65,24 dólares na segunda-feira.

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