PSI20 segue em queda com Sonae a afundar mais de 9%

As ações da Sonae e da Mota-Engil são que mais estão a desvalorizar, 9,22% e 4,17% respetivamente. Também os títulos da Galp e EDP estão em queda.

A bolsa de Lisboa seguia esta quinta-feira em queda, com as ações da Galp e da EDP a pressionarem as negociações e os títulos da Sonae a afundarem mais de 9%, em linha com as congéneres europeias.

O principal índice, o PSI20 abriu a cair 1,52%, para os 5.025,56 pontos, depois de quarta-feira ter fechado a sessão em alta, a subir 0,39% para 5.102,96 pontos, com o BCP a liderar as subidas ao ganhar 5,29%.

Já hoje, pelas 9:00, o PSI20 seguia em queda de 2,37% para 4.982,19, com 15 ações em terreno negativo, duas positivas e uma inalterada.

A Sonae e a Mota-Engil eram as ações que mais se desvalorizavam, com perdas de 9,22% e 4,17% para 0,74 euros e 1,33 euros.

A Sonae e a Corticeira Amorim estão a descontar o dividendo que será pago aos acionistas a partir de dia 17 de maio.

A Galp e a EDP seguiam em queda de 2,99% e 2,04% para 9,91 euros e 4,22 euros, respetivamente.

A EDP Renováveis, que anunciou hoje que registou um lucro de 38 milhões de euros no primeiro trimestre de 2021, uma queda de 39% em relação ao período homólogo de 2020, seguia em baixa de 1,72% para 17,14 euros.

A Jerónimo Martins, por sua vez, seguia em queda de 0,35% para 15,55 euros.

A Novabase e a Ramada Investimentos eram as únicas cotadas que seguiam em alta, de 1,79% e 0,01% para 3,99 euros e 7,40 euros, respetivamente.

As principais bolsas europeias abriram esta quinta-feira em baixa, com os investidores a temerem que uma aceleração persistente da inflação nos Estados Unidos abra a porta a uma subida dos juros.

Na quarta-feira, a divulgação da taxa de inflação nos EUA em abril, que foi superior ao previsto, afundou Wall Street e já provocou uma nova subida dos juros das dívidas soberanas a nível mundial.

Hoje serão publicados os dados do desemprego semanal nos Estados Unidos.

A nível cambial, o euro abriu em alta no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,2102 dólares, contra 1,2066 dólares na quarta-feira e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em julho abriu em baixa no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 68,34 dólares, contra 69,32 dólares na quarta-feira, um máximo dos últimos seis meses.

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