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Subscrição de obrigações para particulares arranca com juro de 1,6%

Cristina Casalinho, presidente do IGCP. Fotografia: Diana Quintela/Global Imagens
Cristina Casalinho, presidente do IGCP. Fotografia: Diana Quintela/Global Imagens

A subscrição da quinta série de Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável começa hoje e termina em 28 de julho

A subscrição da quinta série de Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV), um instrumento de dívida pública de retalho a médio prazo que pretende captar a poupança das famílias, começa hoje e termina em 28 de julho.

A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) começa hoje a emitir uma nova série de Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV), com um montante mínimo indicativo de 500 milhões de euros, valor que pode ser aumentado até 21 de julho, inclusive, segundo divulgou o organismo liderado por Cristina Casalinho.

Estas obrigações são emitidas por um período de cinco anos, com reembolso em agosto de 2022, dando aos seus titulares o direito a receber um juro variável e igual à Euribor a seis meses acrescida de 1,6%. Como esta taxa está a valores negativos, significa que o juro mínimo pago é de 1,60%.

O pagamento dos juros será feito semestralmente e no fim do respetivo período de contagem de juros em fevereiro e em agosto de cada ano.

Cada subscritor pode investir no mínimo mil euros e no máximo um milhão de euros neste instrumento, devendo as ordens ser transmitidas em múltiplos de mil e subscritas junto de uma instituição de crédito.

Desde abril de 2016 que esta é a quinta série de OTRV que o IGCP lança, tendo vindo a baixar a taxa de juro mínima paga aos subscritores: começou em 2,2%, baixando sucessivamente até à série que tem início hoje, que tem um juro mínimo de 1,6%.

À semelhança de outros instrumentos de retalho, a emissão das OTRV promove a aplicação da poupança de médio e longo prazo dos aforradores em títulos de dívida com caraterísticas idênticas às Obrigações do Tesouro, embora com remuneração variável.

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