Tombos da Jerónimo Martins e BES provocam terceira pior sessão do PSI 20 em 2014

PSI 20 fechou a tombar mais de 3%
PSI 20 fechou a tombar mais de 3%

A Bolsa de Lisboa terminou a sessão de hoje em terreno negativo, a liderar as quedas registadas pelas principais praças europeias, penalizada pelas ações do sector financeiro e da Jerónimo Martins.

Na Europa, as praças terminaram com quedas que oscilaram entre os 1,2% do índice
francês e os 0,5% da bolsa britânica, enquanto que no outro lado do
Atlântico em que as praças norte-americanas seguem em terreno
positivo.

A penalizar os
mercados acionistas esteve a apresentação de resultados
empresariais abaixo do esperado pelos analistas, bem como a imposição
de sanções dos Estados Unidos e da Europa contra a Rússia, apesar
da divulgação de indicadores económicos favoráveis, como o
crescimento do PIB norte-americano acima do esperado.

O PSI 20 fechou a
desvalorizar 3,3% para os 6.172,16 pontos, com 15 cotadas no vermelho e apenas 4 em alta, naquela que foi a terceira pior sessão deste ano.

A pressionar o índice
nacional estiveram então as ações da banca, com destaque para o BES
que afundou 10,6%, depois de ter chegado a fixar um novo mínimo
histórico nos 34 cêntimos, penalizado pela expetativa de que
apresente hoje prejuízos recorde relativos ao primeiro semestre, seguido pelo BCP que
perdeu 0,8% e pelo BPI que desceu 0,2%.

Igualmente a penalizar a
praça lisboeta estiveram os títulos com maior peso, com enfoque para a
Jerónimo Martins que tombou 13,5%, depois da retalhista ter
anunciado uma queda de lucros de 12% nos primeiros seis meses
pressionados pela atividade na Polónia, acompanhada pela Portugal
Telecom que recuou 2%, no rescaldo do novo acordo de fusão com a
brasileira Oi.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
Utentes à saída de um cacilheiro da Transtejo/Soflusa proveniente de Lisboa, em Cacilhas, Almada. MÁRIO CRUZ/LUSA

Salário médio nas empresas em lay-off simplificado caiu 2%

TikTok

Microsoft estará interessada na compra da operação global do TikTok

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho (D), ladeada pelo secretário de Esatdo dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro (E), intervém durante a interpelação do Partido Comunista Português (PCP) ao Governo sobre a "Proteção, direitos e salários dos trabalhadores, no atual contexto económico e social", na Assembleia da República, em Lisboa, 19 de junho de 2020. MÁRIO CRUZ/LUSA

Já abriu concurso para formação profissional de 600 mil com ou sem emprego

Tombos da Jerónimo Martins e BES provocam terceira pior sessão do PSI 20 em 2014