Chegada do 5G pode modificar a forma como está organizada a rede de infraestruturas de telecomunicações

O mercado das telecomunicações está constantemente a sofrer alterações. Por isso, as operadoras têm de manter-se atualizadas e acompanhar as recentes gerações tecnológicas para conseguirem satisfazer os desejos dos seus clientes.

Espera-se que até 2025 as redes 5G cubram um terço da população mundial. Esta tecnologia vai oferecer maior velocidade, reduzindo consideravelmente o tempo de download e upload, resultando numa melhoria significativa na experiência dos utilizadores. "O 5G vem revolucionar a forma como interagimos com os dispositivos eletrónicos que temos nas nossas casas e no nosso dia a dia. A população terá acesso a uma tecnologia que irá impactar positivamente os mais variados setores", afirma Fernando Alves, Country Leader da APW Portugal.

Isso acarreta alterações significativas também para o setor das telecomunicações, mais concretamente para as infraestruturas. "A implementação e difusão de tecnologia mais recente exigirá a atualização dos equipamentos hoje utilizados. Como cada tecnologia é diferente, também os requisitos para a sua implementação tendem a mudar, exigindo das operadoras alguma flexibilidade para alterar a forma como estruturam as suas redes", explica Fernando Alves.

Neste contexto, a APW Portugal, oferece um modelo de negócio que tem o intuito de promover um conjunto de benefícios aos proprietários que têm antenas de telecomunicações instaladas nos seus espaços, garantindo-lhes maior segurança e controlo sobre os seus contratos de arrendamento e renda recebida.

Segundo esclarece o Country Leader, o proprietário "ao fazer uma transação com a APW Portugal, recebe um alto valor pelo seu contrato, podendo assim investir o capital garantido como pretender. A APW Portugal passa então a ser responsável pela gestão do contrato de arrendamento, assumindo também os riscos associados ao mesmo, e a receber os alugueres diretamente das operadoras ou das Tower Companies".

As Tower Companies são empresas de gestão de infraestruturas de telecomunicações que começaram a ser estabelecidas no mercado português nos últimos dois anos, proporcionando uma dinâmica diferente e atuando como mais uma peça importante desta indústria em Portugal.

"Basicamente, essas empresas adquirem o portfólio de torres e antenas das principais operadoras para operar e fazer a gestão dos espaços arrendados. Esta operação traz liquidez para as operadoras, que permite viabilizar investimentos em tecnologias", mas que apresenta consequências para os proprietários que arrendam os espaços. "Devido ao alto custo de investimento em tecnologias e infraestruturas, as empresas e operadoras que fornecem esses serviços buscam reduzir os seus custos operacionais, entre eles as despesas oriundas dos alugueres de espaços em que estão localizados os equipamentos". Por isso, é possível verificar a desmobilização de algumas antenas, assim como a redução das propostas de aluguer, como forma de redução de custos por parte das empresas.

O mercado das infraestruturas e equipamentos de telecomunicações tem hoje três atores principais: as operadoras, as Tower Companies e os proprietários que arrendam espaços para a colocação dos equipamentos e todos eles enfrentam desafios diariamente. Para Fernando Alves, "as operadoras são responsáveis por fornecer o acesso à comunicação e conetividade com os seus equipamentos, além do acesso às últimas tecnologias. As Tower Companies atuam como inquilinas das operadoras e fazem a intermediação entre a operadora e o proprietário arrendatário do espaço utilizado. Para estes dois primeiros atores, os desafios estão em manter o acesso e conetividade da população e, ao mesmo tempo, acompanhar as tendências do mercado e investir nas atualizações necessárias para a implementação das novas gerações tecnológicas". Já para os proprietários dos espaços destaca-se, tal como referido, a possibilidade de redução da renda recebida pelo arrendamento ou até mesmo a rescisão do contrato.

A APW Portugal é uma das empresas líderes em aquisição de contratos de arrendamento de antenas de telecomunicações do mundo e uma referência neste modelo de negócio. Presente hoje em 21 países no mundo, o seu intuito em Portugal é apresentar aos proprietários de espaços as vantagens e benefícios do seu modelo de negócio, que passam então por eliminar qualquer risco nos contratos de arredamento que celebram com as operadoras.

Para mais informações sobre a APW Portugal e sobre o seu modelo de investimento em contratos de arrendamento de infraestruturas de telecomunicações, aceda o site www.apwportugal.pt.

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