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Singapura, cidade-mundo

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Políticas de captação de talento e investimento eficazes, subsídios governamentais atrativos e uma localização privilegiada têm vindo a fazer de Singapura “a nova Silicon Valley”, tornando esta nação asiática uma meca para startups de todo o mundo.

Entre os edifícios que recordam um passado marcado pela colonização britânica e os arranha-céus que testemunham uma nação virada para o futuro: assim é Singapura, “a cidade jardim” que hoje junta também ao cognome o título de “nova Silicon Valley”.

Com o quarto maior PIB per capita do mundo, Singapura não é apenas rica, mas também irrequieta, inovadora, um verdadeiro pote de culturas e talentos vindos de todos os cantos do planeta, que encontram nas políticas governamentais de apoio às empresas e nas modernas infraestruturas que povoam a cidade um ecossistema perfeito para o desenvolvimento de novas ideias e negócios.

Mas se as oportunidades abundam, a concorrência não é menor. Todos os trunfos contam e ter serviços à altura, durante a viagem até este destino, pode fazer a diferença, e exemplo disso são os voos da Emirates. O acesso ao wi-fi durante o voo, bancos totalmente reclináveis para um descanso perfeito, pratos gourmet feitos com ingredientes locais frescos – sempre acompanhados pelos melhores vinhos – ou o serviço Chauffeur-drive de e para o aeroporto que são apenas uma pequena parte da oferta da Emirates aos passageiros da sua Classe Executiva. Mas há mais: se estiver a caminho de Singapura, ira certamente apreciar o Lounge a bordo dos A380 da Emirates, que permite esticar as pernas e socializar com outros companheiros de viagem, num espaço confortável e intimista que foi inspirado pelos interiores dos iates de luxo.

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Não é por acaso que, nos últimos doze anos, a cidade-estado tem ocupado consistentemente um lugar no top 3 das economias mundiais em que é mais fácil fazer negócios, no relatório anual “Doing Business”, publicado pelo World Bank, que, entre outros benefícios, sublinha o pouco tempo necessário para abrir uma empresa neste país: 2,5 dias (sendo a média mundial 20 dias).

Eficácia, abertura para o capital externo, subsídios atrativos para startups e uma extensa rede de recursos e apoio a novos negócios (como o programa Startup SG) têm vindo a captar cada vez mais novos talentos para esta jovem nação, com pouco mais de meio século.

Espaços como o parque empresarial One-North, com cerca de 200 hectares e mais de 400 companhias, entre as quais incubadoras de startups como o Block71, são causa-efeito disso mesmo. Entre as empresas emergentes, trabalhando lado a lado, trocam-se ideias, estabelecem-se contactos, conhecem-se investidores e fomenta-se o desenvolvimento – tudo isto, com vista para o futuro.

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