Tecnologia de pagamentos contactless chega aos transportes públicos do Porto

A partir de agora, utentes podem comprar o bilhete simplesmente aproximando o cartão contactless de débito, crédito, ou pré-pago nos validadores com o símbolo contactless.

Na senda de proporcionar uma experiência cada vez mais segura e fácil aos seus passageiros, o Andante (sistema de bilhética intermodal da Área Metropolitana do Porto) uniu-se com a Visa para o projeto-piloto inovador de introduzir os pagamentos contactless na rede de transportes públicos da Área Metropolitana do Porto. Desde 22 de julho que já é possível aos utentes da linha violeta do Metro (Linha E) e dos autocarros 500 da STCP pagar as suas viagens tocando com os seus cartões de crédito, débito, cartão pré-pago ou outro dispositivo de pagamento contactless nos validadores com o símbolo. A tecnologia está disponível a qualquer utente - nacional ou estrangeiro - que use os métodos de pagamento referidos.

A Visa, a REDUNIQ, a Card4B, a Cybersource e a Littlepay desenvolveram para o Andante o projeto da tecnologia contactless com o intuito de proporcionar uma melhoria significativa da experiência para os utentes de viajar em transportes públicos. O sistema dispensa o uso de dinheiro físico, a procura de estações de pagamento para validação dos bilhetes e as filas nas bilheteiras. "Ao trabalhar com os Transportes Intermodais do Porto e com os nossos parceiros neste projeto-piloto, a Visa ajudou a implementar um sistema de pagamento contactless, que marca o início de uma diferente experiência de viagens em transportes públicos: mais simples, rápida, segura e conveniente para quem visita, trabalha, e vive no Porto. Para além disso, a oportunidade de usar pagamentos contactless em transportes públicos contribui para a criação de uma região mais eficiente e sustentável", diz Gonçalo Santos Lopes, responsável da Visa em Portugal.

A nova tecnologia acompanha também os novos hábitos dos utentes, que agora, na sociedade pós-pandemia, preferem sistemas de interação que não impliquem um contacto físico com máquinas de uso coletivo. O que era antes uma experiência meramente mais prática, a tecnologia contactless passou agora a ser entendida como uma peça fundamental para a retoma económica dos centros urbanos, capaz de oferecer uma vantagem competitiva relevante às empresas que a incorporem nos seus negócios. No caso dos transportes públicos, os pagamentos contactless contribuem diretamente para um aumento do fluxo de passageiros: um estudo de mercado da C Space[1] , em colaboração com a Visa, concluiu que 44% dos utilizadores dos transportes públicos usá-los-iam mais se existissem sistemas de pagamento contactless disponíveis.

E é graças à Cybersource, uma solução Visa, que o pagamento pode agora ser feito por contactless, da forma mais segura possível. A Cybersource ajudou o TIP a torná-la uma realidade através da sua plataforma, que está a potenciar a implementação rápida de soluções contactless em transportes públicos, fornecendo um conjunto completo de ferramentas de pagamento e gestão de fraudes e uma extensa rede de parceiros e clientes. Neste sentido, Fernando Souza, vice-presidente da Cybersource, disse que "há um grande sentido de urgência entre os operadores em adotar estas soluções e estamos empenhados em potenciar soluções seguras e contactless num mundo onde não há contacto. As experiências contactless estão aqui para ficar".

A Visa, enquanto líder mundial no ramo dos pagamentos digitais, especializa-se em desenvolver soluções inovadoras de pagamentos mais eficientes e sustentáveis e que beneficiem os seus clientes. Com este lançamento, o Porto junta-se a outras cidades europeias, como Londres, Madrid, Turim ou Bona, que disponibilizam pagamentos contactless nos seus transportes públicos. É esperar para ver se os utentes aderem a esta nova forma de pagamento e, em caso afirmativo, se o futuro passa pelo aumento da cobertura contactless a mais linhas de metro e transportes da Área Metropolitana do Porto.

[1] Estudo da C Space para a Visa sobre hábitos e preferências de Mobilidade Urbana dos portugueses, página 4, junho de 2021

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