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Uma cidade renascida das cinzas

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A apenas nove quilómetros de Nápoles, dorme o protagonista de umas das maiores erupções de sempre, o Vesúvio. Nas suas redondezas, jaz Pompeia, uma cidade destruída pela fúria da erupção e preservada pelo tempo.

O dia 24 de agosto do ano 79 d.C. aqueceu muito mais do que os habitantes de Pompeia, na baía de Nápoles, queriam ou esperavam. O monte Vesúvio – a palavra “vulcão” não existia até então – acordou e soltou a sua fúria, adormecendo diversos territórios circundantes.

Descoberta no século XVI durante a escavação de um canal de água por ordem do rei Carlos III de Espanha, Pompeia tornou-se um dos lugares de maior interesse graças às centenas de corpos encontrados e preservados como estátuas de pedra. Pelo seu interesse histórico, o território é visitado anualmente por milhares de curiosos de todo o mundo que desejam ver de perto os efeitos deixados pelo desastre que vitimou 90% da população do território (cerca de 18 000 dos 20 000 habitantes morreram).

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Caminhar pela Pompeia de hoje é um bilhete de ida ao passado, tais são os exemplos conservados do quotidiano da cidade que conta quase 2000 anos. Lavandarias, teatros e residências dos habitantes conservam os afrescos das paredes e os mosaicos do chão, dando uma ideia de como era a arte e arquitetura da época.

Mais conhecida por ser a cidade-mãe da pizza, e uma paragem obrigatória para quem tem como destino a Costa Amalfitana, Nápoles e as regiões circundantes oferecem uma riqueza histórica ímpar.

Inclua esta região, considerada Património Mundial da UNESCO, no seu itinerário de viagem e descubra mais sobre o que pode ver aqui.

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