7 pecados capitais que está a cometer nas redes sociais

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Gary Vaynerchuch ajuda desde 2009 marcas como a Pepsi, Green Mountain Coffee ou os NY Jets a encontrar a sua voz nos media sociais.

O homem que levou a WineLibrary de um negócio de 3 milhões de dólares, para um negócio de 45 milhões e que, com o irmão, criou a agência VaynerMedia lançou recentemente um novo livro. “Jab, Jab, Jab, Right Hook – How to tell your story in a Noisy, Social World“. Nele explica como as marcas podem fazer ouvir a sua voz nos media sociais e quais os erros mais comuns cometidos nessas plataformas.

Ficam aqui sete:

1. Em Roma, sê romano

Para cada plataforma a sua linguagem. Gary Vaynerchuck lembra que o melhor conteúdo social é “nativo”. O ‘truque’ é fazer com que o conteúdo criado pela marca se integre de forma natural no estilo da plataforma, de modo a falar de maneira a que o público dessa rede social o entenda. Ou seja, o Tumblr atrai um tipo de público mais artístico e aceita GIF animados; já o Twitter (com uma audiência mais urbana) parece ser mais adequado para comentários curtos (e algo críticos) sobre a atualidade.

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2. Deixe as estratégias de marketing dos anos 50, nos anos 50

Quando entra nas redes sociais está a entrar no recreio dos utilizadores. E ninguém gosta de ver o seu momento de entretenimento interrompido com uma desastrada mensagem comercial. “Os marketeers estão nos media social para vender coisas”, diz Vaynerchuck, citado pela Fastcompany. “Os consumidores, todavia, não estão… Se querem falar com as pessoas enquanto elas estão a consumir o seu entretenimento, têm de ser o seu entretenimento”, diz.

Exemplo? Se está no Instagram não será melhor colocar uma fotografia bonita do seu produto, em vez de um cupão de compras?

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3. Os comentários têm um ritmo, descubra o seu

Gary Vaynerchuck argumenta que os utilizadores apreciam marcas que estão constantemente a picá-los – ou seja, que publicam bons conteúdos e não necessariamente a fazer tentativas de vendas. Preferem marcas que criem momentos emocionais e depois os partilham com os utilizadores.

4. Surfe a onda, não tente criá-la

A hashtags são como ondas, o melhor é tentar surfá-las e não criá-las. Para isso, é preciso ser um tsunami tipo Bieber para conseguir gerar sozinho uma trend. O melhor é estar atento às ondas e, qual surfista, apanhá-las, juntando-se a elas.

5. Os seus tweets são invisíveis

Há uma razão simples para que os seus tweets não estejam a ter a repercussão que imagina. Tudo porque, muito provavelmente está a começar os seus tweets com o símbolo da arroba “@”. Isso torna o tweet invisível junto dos seus seguidores, a não ser que estejam também a seguir a conta tagada. Para resolver o problema basta adicionar uma palavra ou um único caracter antes da arroba.

Gary Vaynerchuck explica tudo num Slideshare

6. Snap quê?

Para você o Snapchat é apenas uma moda passageira. Mas será que pode pôr de parte a aplicação que permite o envio de fotografias, vídeos, desenhos e adicionar texto para um conjunto de pessoas que os podem ver durante um determinado período de tempo (entre 1 a 10 segundos), tempo a partir do qual a informação é apagada do terminal do utilizador e dos servidores do serviço? Até pode ser uma moda passageira, mas, lembra Vaynerchuck, o Snapchat envia diariamente 400 milhões de mensagens por dia e tem uma audiência entre os 13 e os 25 anos…

7. Esqueça o Don Draper. Esse Mad Men tinha a vida fácil

Nos dias gloriosos da publicidade a vida era fácil. Esqueça tudo isso. Ou como diz Gary Vaynerchuck, de uma forma bem mais expressiva, “esqueça Mad Men e que se f**** o Don Draper. Ele vivia num mundo fácil onde podia levar toda a sua carreira a tentar perceber como os mercados de imprensa e televisão funcionavam. Neste mundo, aquele em que você e eu vivemos, evolui cada segundo, todos os dias”, diz. Este é um mundo de momentos, de surfar ondas e esquecer as regras de comunicação do mass market.

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