À Procura de Diana. Cacharel justifica-se: Ação “saiu do controlo das equipas”

A Cacharel justifica-se
A Cacharel justifica-se

A ação À Procura de Diana “fugiu do controlo das equipas” e “não havia intenção de gerar notícias”. Foi hoje esta a reação da Cacharel às críticas da ação À Procura de Diana, que ontem a marca revelou ser uma campanha de promoção do perfume Catch Me.

Ao Dinheiro Vivo, Ana Clara Martines, porta-voz da Cacharel, frisa que À Procura de Diana, onde um jovem de nome Ricardo procurava o seu amor, uma misteriosa Diana, de partida para Paris, era inspirado no conceito da campanha do perfume e “uma campanha que se pretendia de marketing digital”, mas que extrasou as redes sociais, tendo saído “do controlo das equipas”. “Não havia intenção de gerar notícia e acabou por utrapassar os limites” do digital, frisa.

A ação, recorde-se, começou no Facebook com a criação da página À Procura de Diana que teve cerca de 29 mil seguidores. Das redes saltou para páginas de jornais e teve direito a reportagens na televisão. Em nenhum momento foi divulgado que a procura da misteriosa jovem se tratava de uma ação de marketing para uma marca de perfume.

No Facebook a reação foi imediata, com a criação de uma página Manifesto Anti-Cacharel, que neste momento, já vai em cerca de 3 mil seguidores.

Ana Clara Martines nega que a campanha, que diz ter sido criada internamente, se tenha inspirado na brasileira Perdi o Meu Amor na Balada, criada para a promoção do Nokia Pure View 808.”É apenas uma coincidência”, diz.

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