Agências de meios. Bernado Rodo transita para a OMD e Hugo Faria sobe à direção da OMG Digital

Bernardo Rodo e Hugo Faria
Bernardo Rodo e Hugo Faria

Bernardo Rodo passou a ser o novo diretor geral da OMD, agência de meios do grupo Omnicom.

O até aqui responsável máximo pela unidade digital do grupo substitui no cargo Filipa Vasques Osório que abandona a empresa no final do mês.

Na sequência da nomeação do até recentemente diretor geral da OMD Digital, sobe à direção geral desta unidade, Hugo Faria.

Na empresa há seis anos, Hugo Faria ocupava o cargo de director of Innovation do Omnicom Media Group, mas tem um passado profissional ligado ao digital como strategic director da OMG Digital em Portugal, tendo a carreira na OMD US, na área digital, onde ocupou o cargo director of Strategy nos headquarters da Costa Oeste, em Los Angeles.

Hugo Faria ficará responsável pelas áreas de
search, mobile, performance/métricas, direct response e social media
congregadas nos serviços das unidades Annalect e
Resolution, esta última dirigida por Nuno Hipólito. Dele
dependerá a unidade de Brand Entertainment – Fuse, dirigido por Sérgio
Inácio – que opera de modo integrado com a OMG Digital desde 2008.

Ao Dinheiro Vivo, Hugo Faria revela que tem com principal desafio, num mercado em recessão em termos de investimento publicitário, manter “a interação entre os anunciantes e os consumidores”, considerando que este media tem uma enorme oportunidade de crescimento. “Gostaria de ver o digital ter o mesmo peso de mercados como os Estados Unidos ou Reino onde está na ordem dos 20%. Em Portugal está abaixo dos 10%, diz. “Trabalhei para uma empresa da Fortune 500 e o investimento dessa empresa no digital era superior a todo o mercado português”, diz. Calcula-se que o mercado no seu todo valha entre 50 a 60 milhões de euros.

Entre estes mercados de referência, entre os quais os Estados Unidos onde trabalhou na media digital, e o mercado português, além da dimensão em termos de número de utilizadores e investimento, as marcas mostram-se, diz, “menos avessas à mudança” e à experimentação. Contudo, mostra-se optimista já que, constata: “Os utilizadores são cada vez mais digitais e as marcas têm de os acompanhar.”

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