Caso Gallo visto por Tiago Viegas: “Que estupidez”

Tiago Viegas, The Hotel
Tiago Viegas, The Hotel


polémicas que fazem sentido. Outras nem por isso. Para Tiago Viegas,
diretor criativo da Brandia Central, a acusação de que a campanha dos
Azeites Gallo no Brasil tinha conotações racistas.

“Eu
diria que existem, em rigor, duas formas de comentar esta notícia.
Primeira forma: “Que estupidez”, começou por comentar.

“Esta é a forma mais honesta e válida de comentar aquilo que é,
claramente, um não assunto, a não ser para gente com muito pouco que fazer
(exceto, aparentemente, escrever colunas sem sentido)”. continua.

Visto de outro ângulo, “politicamente mais correto”, a verdade, considera Tiago Viegas, “é que não consigo (mesmo)
perceber porque carga-de-água (desconheço se a expressão carga-de-água, com o
acordo, perdeu hifenização ou não; ainda assim, resolvi arriscar) alguém acha
que o anúncio é racista”. Mas deixa a ressalva. “A não ser que seja alguém muito, mas mesmo muito
complexado e faça a leitura de que o que o anúncio está a dizer não é que uma
cor mais escura protege mais do sol (porque é mais densa, logo, deixa entrar
menos luz, coisa relativamente óbvia e fácil de entender) mas sim que os
indivíduos “escuros” fazem mais vezes de seguranças na vida do que os
claros, numa atitude claramente estereotipada e… Não,
pensando melhor acho que me vou ficar mesmo pela primeira forma: Que
estupidez”.

E remata. “Sei que são estas pequenas coisas que “dão cor” e alegria à vida de
um publicitário. Mas ainda me acusam de ser racista com os trocadilhos, e eu
tenho mais que fazer.”

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