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Clube de Criativos quer posicionar Lisboa como hub criativo

Pedro Pires
Pedro Pires

Nova direção do Clube de Criativos, presidida por Pedro Pires, está a explorar a possibilidade de trazer para Lisboa iniciativas internacionais.

Posicionar Lisboa como um hub criativo e ter uma nova sede e espaço para as atividades permanentes do Clube de Criativos são alguns dos objetivos da nova direção do Clube de Criativos de Portugal (CCP), presidida por Pedro Pires e que acaba de ser eleita.

“A relação com o ADCE e demais instituições internacionais, a ele ligadas têm proporcionado ao CCP e aos seus sócios a oportunidade de participarem em várias iniciativas internacionais, como o Festival do ADCE e o Creative Express. Este ano iremos aprofundar estas relação internacional com o projeto Young Blood do D&AD, do qual o CCP será em Portugal o ativador”, começa por explicar Pedro Pires.

“Gostaríamos neste mandato de conseguir realizar aqui em Portugal uma destas iniciativas internacionais, nomeadamente em Lisboa, de forma a conseguir trazer para a cidade mais um evento que a posicione como um Hub de criatividade e empreendedorismo”, continua.

“Estamos neste momento a analisar junto com o ADCE e os nossos parceiros locais, Câmara Municipal de Lisboa, incluída, estas possibilidades. Esta semana terá lugar em Barcelona a reunião de Board do ADCE onde o CCP está representado pelo Ivo Purvis e que poderá trazer novidades sobre este assunto”, adianta. “Mas a vontade e o objetivo é claro. Queremos aproveitar esta relação internacional do CCP, para criar oportunidades para os criativos nacionais e trazer eventos e iniciativas para Lisboa e Portugal”, reforça.

Nos objetivos da direção recém-eleita está igualmente a implementação de uma nova sede e espaço expositivo e de atividades permanentes para o Clube. Até agora o CCP tem vindo a “beneficiar da generosidade de algumas instituições como a ETIC e o IADE, com as quais temos estabelecido protocolos de colaboração”, mas durante este novo mandato Pedro Pires quer ver concretizado este “sonho antigo do CCP”.

“A ideia de materializar o clube num espaço físico, aberto aos sócios e ao publico em geral, com estrutura de escritório mas também com espaço de exposição, pedagogia e convívio é uma forma de consolidar o papel da instituição, mas também uma forma de podermos ter um programa permanente de atividades, das exposições à discussão de ideias, à formação”, justifica. “Queremos aproveitar o património que o clube tem vindo a acumular nos últimos anos e partilhá-lo com a classe, o público em geral e muito em particular com os estudantes”, acrescenta.

“É um desafio em que estamos a trabalhar com alguns parceiros, nomeadamente a CML, sobre o qual teremos novidades até ao início do próximo ano se tudo correr pelo melhor”, diz.

 

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