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Cortiça em destaque no Museu de Arte Contemporânea de Bordéus

Museu de Arte Contemporânea de Bordéus. Fotografia: Direitos Reservados
Museu de Arte Contemporânea de Bordéus. Fotografia: Direitos Reservados

Leonor Antunes criou uma composição artística com pavimento Wicanders Corkcomfort, integrada na sua exposição individual, que ficará patente até 17 de Abril de 2016

O piso de cortiça Wicanders, da Corticeira Amorim, é o protagonista do mosaico com incrustações de bronze, criado pela prestigiada artista portuguesa Leonor Antunes para a exposição individual no Museu de Arte Contemporânea de Bordéus – CAPC.

Uma instalação que se “mistura na perfeição” com o emblemático espaço da Nave Central do Museu e com as esculturas desenvolvidas pela criadora para este efeito, com o intuito de lhe dar uma nova luminosidade, anuncia a empresa em comunicado.

Ocupando uma área de 1500 metros quadrados, o mosaico de cortiça ocupa a totalidade do piso da Nave Central do Museu de Arte Contemporânea de Bordéus e foi desenvolvido a partir da gama Wicanders Corkcomfort, da Amorim Revestimentos, uma linha de produto que privilegia o visual típico da cortiça, bem como o conforto.

“A inovação, introduzida neste espaço por Leonor Antunes, assenta na sua conjugação de cortiça com elementos de metal, criando assim uma ligação imediata com as esculturas suspensas que povoam a exposição, desenvolvidas no mesmo material”, pode ainda ler-se no comunicado.

O desafio foi lançado por María Inés Rodríguez, diretora do Museu e curadora desta exposição, que pretendia oferecer uma nova luz a este espaço e aproximá-lo aos visitantes. Nesse sentido, Leonor Antunes afirma ter procurado “transformar o espaço do CAPC, atribuindo uma dimensão humana à escala imponente do edifício e da obra que expõe.”

“Depois de termos concebido um pavimento de cortiça para uma das galerias mais importantes do conceituado Victoria and Albert Museum, em Londres, é com enorme satisfação que vemos a sua utilização no Museu de Arte Contemporânea de Bordéus, num trabalho liderado pela artista nacional Leonor Antunes, cujo trabalho tem dado cartas no exterior”, diz o diretor de Comunicação e Marketing da Corticeira Amorim. Carlos de Jesus acrescenta que, “mais uma vez, a opção por um piso de cortiça está alinhada em termos visuais com a estética pretendida pela artista, conferindo simultaneamente uma atmosfera acolhedora ao espaço.”

Uma exposição em que Leonor Antunes coloca, de novo, em evidência a elegância do artesanato e destaca as tradições de Portugal, o seu país natal. Nos seus materiais preferidos incluem-se a cortiça, o couro, os fios de bronze e o nylon.

Atualmente, é possível encontrar pavimentos de cortiça Wicanders em diversos espaços museológicos. Destaque para Tóquio, onde Kengo Kuma renovou o espaço do Nezu Museum com Wicanders Corkcomfort Personality Nightshade, ou para Itália, onde a visita ao Leonardo Da Vinci Museum é feita sob um piso Wicanders Woodcomfort Classic Sucupira.

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