Dalila ficou ‘apeada’ no Alentejo. Regressa a Lisboa com a Caixa Plim

Dalila - Caixa Plim
Dalila - Caixa Plim

Dalila Ribeiro ficou 'apeada' no meio do Alentejo. Precisava da ajuda para regressar a Lisboa e conseguiu-o através da primeira rede social de pagamentos, a Caixa Plim.

Durante quatro horas Dalila foi, numa transmissão em direto,
recebendo pequenas quantias através da aplicação Caixa Plim. A ação
criada pela Fullsix (agência digital do banco) acaba às 19h, e até agora
já obteve 142 euros, valor mais do que suficiente para garantir o seu
regresso a Lisboa.

Leia também: Rock in Rio. Os clientes são as estrelas, diz a Caixa

A
campanha – também presente nas redes sociais e no YouTube – foi a forma
encontrada para dar a conhecer a aplicação que permite transferências
instantâneas de pequenas quantias entre clientes Caixa através do
smartphone. Porque se os clientes estão cada vez mais mobile, a “Caixa
também tem de lá estar”, frisa Francisco Viana, diretor de comunicação e
marca da Caixa.

Disponível para sistemas operativos iOS, Android
e Windows 8, a Caixa Plim funciona como uma espécie de porta moeadas
digital, podendo ser transferido um mínimo de 20 cêntimos a um máximo de
60 euros/dia. A ideia é que o serviço possa ser usado para acertos de
contas entre amigos, como táxis, compras de prendas de aniversários ou
para o envio de pequenas quantias de pais para filhos. Só que em vez de
exigir um NIB, o pedido pode ser feito através de um número de
telemóvel, associado à conta do cliente quando faz o registo no serviço.
Este pode ser feita na Caixa Directa Online (homebanking) ou nas caixas
ATS da Caixa.

Para aderir é o cliente tem de ter pelo menos 18
anos. “O objetivo é fidelizar os clientes Caixa que já mostram apetência
por estes meios digitais”, diz Ana Paula Lemos, diretora de canais
eletrónicos da Caixa. Em particular os universitários, público-alvo onde
o banco aposta há vários anos, através de protocolos com universidades.

O
“target mínimo” da Caixa Plim são os 150 mil clientes Caixa que já usam
a aplicação Caixa Directa. O banco tem 1,8 milhões de contratos no
homebanking e, desses, 750 mil já usam com regularidade o serviço Caixa
Directa. E prova de que o banco tem vindo a desmaterializar processos,
84,1% de todas as transações que podem ser feitas pelos clientes em
qualquer canal da Caixa são feitas online. O objetivo até ao final do
ano, diz Ana Paula Lemos, é aumentar para 84,2%.

Nesta fase a
aplicação, criada em parceria com a IT Sector, Innovagency e Armis, não
implica custos para o cliente, já que se trata de transferências entre
clientes Caixa. Mas Ana Paula Lemos admite que, de futuro, a aplicação
possa incluir clientes de outros bancos, mas ai o modelo de negócio terá
de ser equacionado, já que as transferências interbancárias têm custos.

“A
SIBS está a estudar a possibilidade de fazer transferências
instantâneas entre bancos”, diz Ana Paula Lemos. Um piloto é esperado
para final do quarto trimestre e, a avançar, poderá ser um modelo a
considerar pela Caixa. Tudo dependerá do modelo de negócio e a
remuneração exigida pelas transações.

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