Fitness Hut vai abrir um ginásio por mês em 2015

Nick Coutts, CEO do Fitness Hut
Nick Coutts, CEO do Fitness Hut

Os contratos para novos ginásios estavam prontos a assinar e esperavam apenas a entrada de mais investimento. Foi o que aconteceu esta semana, com entrada de oito milhões de euros do fundo de investimento OxyCapital e dois acordos com os bancos Montepio e Popular na cadeia de ginásios Fitness Hut. O dinheiro será usado para concretizar o plano de expansão que a tornará na maior cadeia do país: a abertura de um novo clube por mês durante o próximo ano.

“Temos agora a capacidade financeira para fazer as aberturas: em média uma por mês, três clubes por trimestre”, adianta ao Dinheiro Vivo Nick Coutts, fundador e CEO da cadeia premium low-cost. Com sete clubes a operar, que faturam no conjunto um milhão de euros por mês e representam 30 mil sócios, a intenção é abrir mais quatro até ao final do ano, na Grande Lisboa (de Sintra a Almada).

Leia mais: Fitness Hut recebe oito milhões para se tornar maior cadeia do país

Já garantida está também a chegada da marca a Coimbra, em 2015. O plano significa que o Fitness Hut terá 20 clubes a operar em Portugal e 70 a 80 mil sócios no final do próximo ano, transformando-a na maior cadeia de fitness do país, acima do Holmes Place (19 clubes e 65 mil sócios).

Os novos clubes já terão algumas das novidades que a marca está a preparar para este ano. Uma é o lançamento de modalidades próprias e a outra é a oferta de aulas virtuais, que começarão no novo clube de Olivais, com abertura marcada para setembro. “Teremos sempre aulas presenciais, mas queremos oferecer uma mais-valia nos horários com menor movimento”, refere o CEO.

As aulas serão dadas através de ecrãs gigantes e vídeos oficiais, como os das aulas Body Pump, Sh”bam e Body Combat da Les Mills. Isto apesar de o foco continuar a ser nos instrutores: cada clube tem, em média, 12 professores de aulas e grupo, 12 pessoas que dão apoio na área de ginásio e 20 personal trainers. “Estamos a criar entre 60 e 70 postos de trabalho por clube”, sintetiza Nick Coutts. “Nos ginásios tradicionais há muitos postos de gestão e muita gente de fato. A nossa intenção é ter pouca gente a gerir e muita gente a trabalhar e a dar cara para os sócios”.

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