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Google lança novos Pixel e Home Hub, o assistente com ecrã

Google Home Hub

O refrescamento das linhas de hardware "Made by Google" inclui um novo assistente para a casa inteligente do futuro

Parece um tablet normal, mas o Home Hub é mais que isso. A terceira versão do que até aqui foi um altifalante inteligente para usar em casa desta vez traz um ecrã, cimentando a investida da Google no domínio das experiências inteligentes dentro de portas. “A casa inteligente de 2018 é demasiado complexa”, explicou o vice presidente de hardware Rick Osterloh no evento de apresentação, falando do desenvolvimento conjunto com a Nest, que a Google detém. “Juntos, estamos a seguir a nossa visão partilhada da casa pensativa.”

O termo pode ser um pouco estranho, mas o Home Hub, que é alimentado pela inteligência artificial do Google Assistant e tem uma versão otimizada do YouTube, tem boas hipóteses de atrair os consumidores nesta época natalícia. Vai custar 149 dólares, uma etiqueta muito mais convidativa que a do Apple HomePod, que custa 349 dólares e é apenas altifalante (não tem a componente visual). As pré-reservas começam hoje e quem quiser poderá comprá-lo na loja online da Google. Em termos de retalho, só lojas nos Estados Unidos, Reino Unido e Austrália terão o dispositivo.

“O Home Hub permite ver o estado de toda a casa numa visualização única”, explicou a responsável Diya Jolly, referindo-se ao Home View. É uma funcionalidade que apresenta de forma simplificada dados como iluminação e temperatura, desde que o utilizador tenha dispositivos IoT em casa, e permite controlar tudo remotamente.

O ecrã também servirá para mostrar vídeos do YouTube. Por exemplo, o utilizador pode pedir um vídeo que ensina a cozinhar um prato específico e o Google Assistant automaticamente procura e reproduz. Quando não está a ser usado, o Hub transforma-se numa moldura eletrónica glorificada, que vai rodando as fotografias atualizadas ao minuto através do Google Fotos.

As outras duas grandes novidades do evento de hardware “Made by Google” já eram conhecidas – o novo Chromebook Pixel Slate, que chegará com etiqueta de 599 dólares, e o Pixel 3 e 3 XL, os smartphones desenhados para mostrar o melhor do Android por quem criou o Android.

No caso do Slate, a Google vai tentar concorrer com o iPad Pro e o Surface Pro: o tablet tem um teclado que se destaca, 16GB de RAM, 256 GB de armazenamento e processadores Intel de 8ª geração (até Core i7). Quem quiser o teclado terá de pagar mais 199 dólares, e para adicionar a caneta são mais 99.

Já os smartphones não introduzem grandes diferenças em relação aos predecessores, sendo uma melhoria generalizada com ecrãs ligeiramente maiores. São 5,5 polegadas no 3, que começa nos 799 dólares, e 6,3 polegadas no 3 XL, que custa a partir de 899 dólares. De acordo com o calendário de lançamentos, Portugal não aparece na primeira leva de mercados que terão os smartphones já em novembro; a loja online da Google nos Estados Unidos já apresenta os novos produtos, preços e pré-reserva, mas na versão portuguesa ainda não há nada.

O foco dos dispositivos está na qualidade das câmaras, com a ajuda preciosa da inteligência artificial da Google – muitos pontos acima da concorrência.

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