O encanto é maior do Décimo Sétimo

Mais 25% almoçam no Décimo Sétimo
Décimo Sétimo é o novo nome e conceito de esplanada/bar e restaurante do Hotel Dom Henrique, a unidade hoteleira que disfruta de uma localização ímpar no coração da Baixa do Porto e é já, também, parte integrante da paisagem da cidade. Do 17º ou do 18º andar, ambos com esplanada, vê-se todo o Porto e arredores, numa autêntica visita aérea onde tudo parece próximo: do mar à serra do Marão."> Mais 25% almoçam no Décimo Sétimo

O Décimo Sétimo é o novo nome e conceito de esplanada/bar e restaurante do Hotel Dom Henrique, a unidade hoteleira que disfruta de uma localização ímpar no coração da Baixa do Porto e é já, também, parte integrante da paisagem da cidade. Do 17º ou do 18º andar, ambos com esplanada, vê-se todo o Porto e arredores, numa autêntica visita aérea onde tudo parece próximo: do mar à serra do Marão.

“A esplanada apareceu devido à entrada em vigor da lei do tabaco, altura em que sentimos uma quebra na afluência porque as pessoas não estavam dispostas a descer 17 ou 18 andares para ir fumar à porta”, explica Luís Pérez, o diretor geral do hotel.

Assim, no 39º aniversário, em maio de 2012, o Hotel Dom Henrique aproveitou o desafio e inaugurou um restaurante renovado, agora com ementas especiais ao almoço (a partir de 14,50 euros), e respetiva esplanada, o que “já permitiu fazer algo que é muito raro nos hotéis: conseguir que os hóspedes tomem as refeições ou passem umas horas no bar do hotel”.

2

A renovação surgiu também “no momento certo”, na perspetiva do diretor, uma vez que “com o abandono da Baixa por parte de muitas empresas, a restauração ressentiu-se, mas entretanto surgiu o turismo em grande força”. Se é verdade que muitos turistas chegam em “low cost” e até ficam alojados num dos muitos novos hostels da cidade, também se verifica que “muitos frequentam o Décimo Sétimo” do Hotel Dom Henrique. A esplanada, ali, está cada vez mais no roteiro de todos os que visitam a cidade e aproveitam para almoçar (há mais 25% de clientes agora) ou relaxar ao fim do dia.

“Ali é o Pavilhão Rosa Mota, depois a Ponte da Arrábida, vê-se Matosinhos. E ali, o hotel The Yeatman, o El Corte Inglês, a Ponte do Infante e a Ponte do Freixo. Vê-se a Sé Catedral, a Câmara Municipal do Porto, as igrejas da Trindade, do Bonfim, o mercado do Bolhão, os quarteirões recheados de jardins secretos (só visíveis do ar ou para os seus proprietários!) e, lá ao fundo, depois de Valongo, a Serra do Marão”, enumeram os visitantes. E da janela do bar, mirando noutra direção, surge a cidade moderna, da Avenida da Boavista, dos hotéis de negócios, a Casa da Música. “Parece outra cidade, não é?”, entusiasma-se quem conhece e quem não conhece o Porto.

À esplanada do Décimo Sétimo, aberta das 12 às 2 horas, diariamente, não chega o barulho ou a poluição do trânsito (à exceção de um ou outro helicóptero turístico que voe mais abaixo), por isso é um local de eleição para “beber um cocktail, ao fim do dia (a partir de 6 euros), apreciar a paisagem única e relaxar”. Muitos ficam para jantar (preço médio 35 euros por pessoa, com bebidas) ou para a animação noturna do bar. E muitos repetem, garante o diretor, pois “o serviço de sala e a cozinha são muito cuidados”. O ambiente é descontraído e mais jovem do que poderia pensar-se. “Em setembro, vamos tornar a participar no evento urbano feminino na cidade, o Pop in the City, com descida do edifício em rapel a partir da esplanada e isso também chama muita gente”, anuncia Luís Pérez.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
(João Silva/ Global Imagens)

Há quase mais 50 mil imóveis de luxo a pagar AIMI

(João Silva/ Global Imagens)

Há quase mais 50 mil imóveis de luxo a pagar AIMI

Angela Merkel e Donald Trump. Fotografia: REUTERS/Kevin Lamarque

FMI corta crescimento da Alemanha, mas Espanha ainda compensa

Outros conteúdos GMG
O encanto é maior do Décimo Sétimo