Oeste Fest: festival espera 75 mil pessoas

A praia do Foz do Arelho, nas Caldas da Rainha
A praia do Foz do Arelho, nas Caldas da Rainha

Um cartaz 100% nacional, bandas locais, festas com DJ, zonas de acesso livre e ofertas para toda a família. O Cabovisão Oeste Fest, que começa hoje na Foz do Arelho, não quer ser um festival de grande dimensão. Tal como a própria operadora, é um festival mais pequeno e diferente. O primeiro de muitos, se tudo correr bem.

“”Não estamos à procura de mega festivais”, explica ao Dinheiro Vivo o diretor de marketing da Cabovisão, Jorge Rodrigues. “Queremos ir ao encontro de pequenos grupos de público que têm menos oferta e que possamos satisfazer.”

A escolha da Foz do Arelho, nas Caldas da Rainha, está relacionada com este objetivo. “Se fizermos um festival em Lisboa, é só mais um.” Além disso, cerca de 10% do total de clientes da Cabovisão encontra-se na região do Oeste. “A Cabovisão tem vindo à procura de uma estratégia de proximidade dos seus clientes”, refere Jorge Rodrigues, “não só com produtos inovadores mas também com entretenimento.”

Saiba mais sobre o que vai acontecer no Oeste Fest

Este modelo de festival com preços baixos – os bilhetes diários custam 10 euros e o passe de 4 dias vende-se por 25 euros – é complementado com uma zona de acesso livre e com várias ações para envolver as famílias. Por exemplo, aulas de Zumba. “A organização não pretendeu sobreonerar os consumidores. Não houve preocupação com a receita de bilheteira”, afirma o responsável.

A expectativa da organização é de que o festival atraia 75 mil pessoas,
cerca de 50 mil para as zonas de acesso livre e 25 mil para os palcos
onde decorrerão os concertos. “Vamos testar o modelo. Ainda não começou e já temos bons indicadores.”

O cartaz é totalmente nacional, com Amor Electro, Richie Campbell, José Cid e Memória de Peixe. O dia de hoje será também dedicado às bandas locais: “é uma zona rica em produção musical”, explica Jorge Rodrigues, lembrando que grandes bandas como os Silence 4 nasceram na região.

Se tudo correr dentro do previsto, a estratégia é para continuar. A Cabovisão pondera organizar festivais com este formato em várias zonas do país, como Covilhã e Évora, fugindo à concentração habitual de festivais em Lisboa e Porto.

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