cozinha

Pingo Doce lança Chef Express dois anos depois

Chef_express

"Valeu a pena esperar". Foi assim que Luís Araújo, o diretor-geral do Pingo Doce, apresentou o robot de cozinha, Chef Express, que vai para as lojas dia 3 de novembro, por 399 euros.

“Valeu a pena dedicar tempo a encontrar a melhor solução para os consumidores”, frisa o responsável, referindo-se ao facto do Pingo Doce ter anunciado, em 2013, a sua intenção de “lançar uma máquina de referência e com o preço certo, competitivo para o consumidor português”, mas ter adiado em dois anos esse lançamento.

“Nestes dois últimos anos focámo-nos na inovação e no desenvolvimento de um projeto diferenciador, que chegou agora a bom porto “, reforça Luís Araújo, anunciando agora que foi tudo feito “com tecnologia portuguesa, da Flama, e com design também português”.

Satisfeito com o resultado final, Luís Araújo está igualmente confiante nas vendas do robot Chef Express, que tem o preço de 399 euros. Para o diretor-geral do Pingo Doce este é um artigo que permite “democratizar o acesso a produtos de topo”.

Mesmo com vários concorrentes no mercado?”No entendimento que fizemos do mercado, há uma máquina que é referencial e com a qual nos comparamos”, defende o responsável, numa referência indireta à líder Bimby. Porém, alerta que a máquina do Pingo Doce “distingue-se da outra porque foi pensada para satisfazer o gosto português e é feita em Portugal”, além do preço, claro.

Assumindo o desejo de vir a ser um “player relevante e, se possível, liderar”, o diretor-geral do Pingo Doce aponta a meta de “uma quota de 50% no segmento ou, pelo menos, dilatar o mercado, tornando-o mais dinâmico.”

Questionado sobre investimentos envolvidos no lançamento da Chef Express, Luís Araújo responde apenas sem revelar números: “Não poupamos esforços de investimento” para apresentar uma máquina “que faz tudo, tudo bem e com um bom preço.”

Assim, com capacidade para dois litros, a Chef Express traz um livro com mais de 200 receitas feitas de raiz, de acordo com a Dieta Mediterrânica, com o objetivo de “ajudar na programação do dia-a-dia dos portugueses”, explica Sofia Lufinha, diretora de marketing do Pingo Doce.

Além da balança incorporada e uma lâmina coma dupla função de cortar para um lado e mexer para o sentido contrário, Chef Express tem a capacidade ainda de atingir 120 graus, “temperatura ideal para um refogado tipo português”, remata a mesma responsável.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
(DR)

CGD ainda é dos bancos com mais crédito concedido para compra de ações

Fotografia: Jorge Amaral/Global Imagens

Um terço das empresas não pagou impostos. Mais de mil pagaram AIMI

(Carlos Santos/Global Imagens)

Sindicato e operadores com acordo que pode terminar conflito no porto de Setúbal

Outros conteúdos GMG
Pingo Doce lança Chef Express dois anos depois