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O que sente quem trabalha na Farfetch? É como dar saltos em trampolim

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Hugo Veiga, co-fundador da AKQA de São Paulo, juntou-se à única empresa portuguesa unicórnio para explicar o que é lá trabalhar: o Efeito Farfetch.

Sabe o que sente quem trabalha na Farfetch? Qualquer coisa como mergulhar em algodão doce, brincar com cães bebés ou saltar num trampolim é a resposta da agência AKQA de São Paulo, do português Hugo Veiga.

As experiências idealizadas pela equipa do criativo de Retratos de Beleza Real tornam visível as sensações que os colaboradores da única empresa unicórnio portuguesa experimentam por lá trabalhar. Sensações medidas cientificamente, a que chamam o Efeito Farfetch.

“Numa primeira fase quisemos mesmo saber o que sentiam os nossos colaboradores. Para isso foi realizado um estudo levado a cabo por Francisco Marques Teixeira, diretor clínico do departamento de Neurofeedback do Instituto de Neurociências – Neurobios, que mediu em tempo real, entre outros sentimentos, o nível de envolvimento, euforia, interesse, descontração e stress de quem trabalha connosco, o que nos permitiu chegar ao que apelidamos de Efeito Farfetch”, conta Luís Teixeira, diretor-geral da empresa.

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Atividades do dia-a-dia como executar tarefas no computador, fazer apresentações, efetuar pesquisas, ver conteúdos multimédia, sessões de brainstorming (debate de ideias) ou o trabalho específico de programação (uma das áreas em que a Farfetch mais se foca) para compreender quais os momentos em que cada um dos colaboradores se sente melhor e também quais as tarefas que os deixam menos à vontade.

Foi com base nesses resultados que começou o trabalho de Hugo Veiga. Durante três dias o criativo, que já desenvolveu projeto para a coleção de Lady Gaga e Sir Elton John (Love Bravery, esteve nas instalações da Farfetch no Porto e Guimarães, onde contactou com os mais de 40 colaboradores. Só havia que idealizar as experiências que melhor replicariam a sensação de trabalhar na empresa.

“Em São Paulo, o desafio lançado à equipa de criação era claro e ambicioso: mostrar ao público em geral a sensação de trabalhar na Farfetch. Daí surgiu a ideia da criação de experiências capazes de replicar as mesmas atividades cerebrais captadas no estudo neurológico”, conta Hugo Veiga.

“Como não queríamos que fossem as pessoas da Farfetch a falar da empresa, procurámos pessoas que são uma espécie de testemunhas do entusiasmo de quem ali trabalha e sem dúvida que a família e os amigos são as pessoas certas. As atividades que criámos procuraram atingir níveis capazes de recriar aquilo que chamamos de Efeito Farfetch”, conclui.

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O resultado pode ser visto em Farfetch – Touch the Impossible, com realização de Augusto Fraga e produção da Krypton. O vídeo já está online no YouTube.

Fundada em 2008 pelo empresário José Neves, a Farfetch é uma plataforma de compras online com parcerias com 400 boutiques em todo o mundo oferecendo mais de 100 marcas de artigos de luxo. Disponibiliza serviços para mais de 190 países, em 9 idiomas, através do seu website e aplicação móvel.

Em maio, terminou uma ronda de investimento da série F de 110 milhões de dólares. Atualmente, a companhia está avaliada em mais de mil milhões de dólares. Neste momento tem mil colaboradores, espalhados por escritórios em oito países.

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