rede social

WePinch. Nova rede social junta start-ups, investidores e profissionais

ng3114288

Um ano e 150 mil euros depois, a nova
rede social portuguesa WePinch.com está online a partir de hoje,
aberta a todo os utilizadores e de forma gratuita.

A plataforma,
desenvolvida pela empresa Sales Engine Online e a empreendedora
Andreia Onofre, junta profissionais, start-ups e investidores numa
rede única, com funcionalidades criadas de raiz. Imagine: um
cruzamento entre LinkedIn e Facebook com uma ponta de KickStarter. A
rede será internacionalizada dentro de algumas semanas, primeiro
para os Estados Unidos e depois para o Brasil.

“Em nenhuma rede social existe hoje a
possibilidade de o empreendedor, ou “starter”, apresentar
publicamente o seu projeto, incluindo o botão “quero participar”,
para profissionais, ou “quero investir”, para investidores”,
explica ao Dinheiro Vivo Andreia Onofre. “Existem interações específicas
para esta comunidade”, que foram criadas ao longo do último ano
para potenciarem a ligação entre quem está a arrancar com
projetos, quem quer trabalhar neles e quem quer investir dinheiro.

Aceda aqui à rede social

A ideia da WePinch – que em inglês
significa “nós beliscamos”, é trazer para a internet o
ecossistema de criação de novas empresas, gerando uma espécie de
repositório (ou montra) online onde os investidores podem procurar
empresas para investirem e os profissionais podem encontrar projetos
nos quais queiram colaborar. À semelhança do Facebook, existe uma
versão pro do “gosto”: é o “aprov”, que servirá para medir
a popularidade de um projeto/start-up.

“Para os investidores, é uma
oportunidade de encontrarem algumas das mais promissoras empresas do
futuro”, adianta Andreia Onofre. “Neste momento existem alguns
portefólios de projetos, nas redes de crowdfunding, mas em Portugal
algumas dessas redes estão vocacionadas para projetos mais
artísticos”, indica. Essa é uma das razões pelas quais a WePinch
não tem uma componente de doação direta de dinheiro: os seus
fundadores não queriam confundir os conceitos.

Em termos de financiamento, é a Sales
Engine Online que tem assegurado tudo, com 150 mil euros já gastos.
“Numa primeira fase, o suporte que a rede tem é o investimento da
Sales e possivelmente através de QREN, vamos apresentar a
candidatura para fundos comunitários para tentarmos dar um empurrão
ao negócio”, adianta ao Dinheiro Vivo Carlos Vieira, sócio da Sales Engine
Online, que desenvolveu e incubou a WePinch, na qual tem uma
participação. “Também já tivemos algumas abordagens de
potenciais investidores para entrarem na rede”, explica. A rede é
gratuita para os utilizadores, mas a Sales Engine Online quer
torná-la numa plataforma rentável, cujo modelo de negócio se irá
basear em publicidade e patrocinadores.

A expansão para os Estados Unidos,
dentro de semanas, é crucial para essa rentabilização. “A língua
inglesa permite-nos ter uma expansão internacional maior, e daí
apostarmos no mercado dos Estados Unidos. É um ecossistema
borbulhante a nível de ideias e investidores”, sintetiza Andreia
Onofre, que deverá fazer a abordagem do mercado norte-americano
pessoalmente. Depois, será aproveitada a estrutura da Sales Engine
Online no Brasil para dar o salto para a América Latina.

A rede está disponível em wepinch.com
e o registo pode ser feito com os dados do Linkedin ou Facebook.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
A Chanceler alemã, Angela Merkel.  Fotografia: EPA / CARSTEN KOALL

Merkel ganha com pior resultado de sempre, AfD é terceira força política

Lamego foi a autarquia que mais agravou o endividamento. Fotografia:
Maria Jo‹ão Gala / Global Imagens

Passivo das câmaras baixou, mas há 30 que se endividaram mais

Gasóleo deve subir, na próxima semana, enquanto a gasolina deve baixar. Meio cêntimo apenas em ambos os casos

Impostos nos combustíveis valem 7% da receita do Estado

Outros conteúdos GMG
Conteúdo Patrocinado
WePinch. Nova rede social junta start-ups, investidores e profissionais