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Zap chega a Portugal com mais produção na calha

José Carlos Lourenço

Canal que se estreia na grelha da NOS no sábado é só parte dos planos de expansão da Zap, diz o diretor-geral, José Carlos Lourenço.

A “pedido de muitas famílias” e por ser uma nova oportunidade para “os anunciantes poderem comunicar, de forma integrada e muito profissional, neste triângulo que se desenha entre Angola, Moçambique e Portugal”, é já neste sábado às 21.00 que se estreia por cá o canal angolano Zap Viva, na grelha da NOS (posição 125 em HD), com a transmissão do espetáculo Team de Sonho III, a decorrer no Campo Pequeno, conforme o Dinheiro Vivo noticiou na semana passada. O arranque será exclusivo na NOS, mas o responsável admite que possa ser reavaliada mais tarde a possibilidade de alargar a outros operadores.

Em conversa com a Meios & Publicidade, depois de ter inaugurado a produtora Zap Estúdios, o diretor-geral do grupo angolano (onde a NOS detém uma participação de 30%), José Carlos Lourenço, explica as razões da expansão. E se considera que este passo é “um desenvolvimento natural”, o gestor está convicto do potencial que daqui pode nascer para este triângulo geográfico que fala a mesma língua.

Nesses planos, o investimento na criação do Zap Estúdios tem um papel de relevo. Com 2,5 mil metros quadrados e uma equipa de 250 pessoas, “é um verdadeiro centro de excelência, dotado da mais recente tecnologia e com uma equipa que, sendo em média muito jovem, tem uma excelente formação e um nível de desempenho muito elevado”, descreveu José Carlos Lourenço àquela publicação, para justificar a possibilidade de avançar para mais horas de emissão, reforço e diversificação de produção própria. O caminho em que estes passos serão dados terá especial ênfase no “infotainement, com informação sobre a atualidade, espaços de análise, debate e reflexão”.

Contando já com “distribuição por satélite em Angola e em Moçambique e uma operação de fibra na província de Luanda”, a operadora angolana conseguiu já chegar à liderança nesses dois mercados e tem perspetivas de continuar a fazer crescer o negócio. E Portugal é, conclui, um passo nesse caminho. “Como somos ambiciosos, outras etapas certamente se seguirão”, antecipa José Carlos Lourenço na mesma entrevista.

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