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Santander dá 45 bolsas para criar gestoras globais

Fazer de mulheres que já estão na gestão futuras líderes do mundo de negócios é o que as bolsas Santander W50 se propõem a fazer. FOTO: Rawpixel / Creative Commons
Fazer de mulheres que já estão na gestão futuras líderes do mundo de negócios é o que as bolsas Santander W50 se propõem a fazer. FOTO: Rawpixel / Creative Commons

Candidaturas ao Santander W50 terminam já a 26 de abril e as 45 selecionadas terão tudo pago para uma semana na UCLA e três meses de aprendizagem

Chama-se Santander W50 e visa criar a próxima geração de gestoras globais – isto é, pegar em mulheres com comprovada carreira na gestão de negócios e fazer delas líderes a nível mundial. O inovador programa já está a aceitar inscrições, mas as interessadas só têm até ao próximo dia 26 de abril para submeter a sua candidatura.

“O objetivo é capacitar e qualificar a próxima geração de mulheres para cargos de liderança global, fortalecer o relacionamento institucional com as universidades e reafirmar o compromisso do Banco Santander com a educação”, foi afirmado em comunicado do banco.

O W50 nasce de uma parceria entre o Santander Universidades e a Anderson School of Management da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos. Razão por que o domínio da língua inglesa é requisito indispensável para que as candidatas sejam aprovadas.

As inscrições terão de ser apresentadas online, nas páginas próprias de cada uma das instituições – Santander e Anderson School –, onde as candidatas encontrão informações adicionais sobre o programa. As 45 selecionadas, do mundo inteiro, receberão uma bolsa de estudo Santander que cobre as despesas com a deslocação e alojamento, a propina do curso e os materiais a serem utilizados.

O curso terá lugar entre os dias 23 e 28 de junho de 2019 na UCLA Anderson. Esta sessão intensiva de seis dias no campus californiano constituirá o cerne de uma aprendizagem para a liderança que será realizada em três meses. “O Santander W50 inclui trabalhos prévios e análises pós-curso, para reforçar os ensinamentos obtidos e avaliar o progresso das participantes, relacionando o que aprendem com a prática exercida nos seus locais de trabalho”, lê-se no comunicado.

Por isso, as candidatas terão de ser “mulheres gestoras com uma vasta experiência profissional, numa carreira marcada por resultados concretos”, afirma-se. Razão por que, em Portugal, para dinamizar o processo de candidaturas, o Santander se associou à Professional Women’s Network Lisbon (PWN Lisbon), através do seu programa Women on Boards (WOB).

No módulo central do programa, ministrado no campus da UCLA, as bolseiras selecionadas terão aulas sobre sete temas-chave: liderança estratégica, conhecimento organizacional, gestão corporativa, estratégia empresarial, principais responsabilidades, negociação, mentoring e networking.

 

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